domingo, 29 de julho de 2018

"Tenho de vos confessar algo: sou uma viciada..."

#@ ... em estojos e canetas... Sim, não consigo resistir. Adoro canetas fofinhas, cheias de estilo, de todas as cores, tamanhos e formatos. E estojos, e agendas e bolsinhas 😜. Desde sempre, uma das minhas alturas preferidas, era a "época da compra" do material escolar. "Perdia-me" a escolher canetas, cadernos, estojos, dossiers, capas e etiquetas (nessa altura ainda não contava com a ajuda preciosa da Tiketa que podem conhecer (ou reler) aqui) ... E, confesso, que quando chega a altura de comprar para a Mariana, acho que eu fico mais entusiasmada do que ela 😃.

Mas, como tudo na vida, temos sempre um "carinho" especial (ou uma tendência, como preferirem chamar) por uma marca que mais gostamos, admiramos, usamos ou não resistimos. Cá em casa, uma das marcas preferidas da mamã no que "toca" a canetas, estojos, blocos de notas, malas, carteiras e bolsas (e não só, como podem ler ou reler aqui) é mesmo a Nici. 
Cada vez que "visito" a loja online ou alguma das lojas físicas que comercializam produtos da marca, não resisto e fico perdida a olhar para cada um dos artigos, sem saber qual escolher 😁.Também vos acontece?

A nossa escolha também recaí muitas vezes na Nici quando se trata de comprar presentes de aniversário para amigos ou familiares, e ocasiões especiais como o dia dos avós ou o dia do pai, por exemplo. As opções são infinitas, e cada uma mais fofa e adorável do que a outra, além do que os preços são muito convidativos face à qualidade e originalidade.

A mais recente compra, foi mesmo para a mamã 😊, embora tenha dito que é para a Mariana 😉, mas ela ainda não usa caneta e estojo para o colégio ;)... Tenho a sensação de que quando começar a usar vão existir algumas "quezílias" entre mãe e filha para "ver" quem fica com o quê 😂...
Uma das coisas que não falta na minha mala são canetas e bloco de notas. Para que as canetas não andem sempre a "esconder-se" ou a desaparecer, como se de magia se tratasse, trago-as dentro de um estojo - além de ser super fofo, é mais prático. Admito que às vezes uso o estojo também para colocar baton ou algum creme de mãos de pequena dimensão. 

Esta foi a esferográfica e o estojo que escolhi e são da nova coleção Jolly da Nici. Digam lá se não são assim uma ternura? A quem acha um pouco "infantil", respondo sempre: tenho uma criança dentro de mim, e espero que ela nunca me abandone 😊!
Para quem, como eu, adora esferográficas e estojos, torna-se difícil resistir, não é 😱? Além de super giras, escrevem bem e são leves, algo que priveligio na escrita. O estojo é bastante espaçoso e tem dois compartimentos, para separar as canetas pretas, das azuis e dos lápis e borrachas (sim, gosto de "trazer comigo a artilharia toda 😜!):
Com a época de regresso às aulas "mesmo ao virar da esquina", deixo estas sugestões para acrescentar à lista. Mais informação sobre o estojo aqui e sobre as esferográficas aqui
Para verem novidades da coleção regresso às aulas da Jolly (ui, preparem-se porque é irresistível!) cliquem aqui.
Ah! E se são o tipo de pessoa que prefere comprar pessoalmente, no site da Nici está informação das lojas. Saibam onde ficam aqui.

Mais "viciados" em canetas e estojos? Quais as coisas que nunca faltam na vossa mala? Também gostam de escolher cadernos, canetas e afins? Aglumas dicas que queiram deixar? "Sou toda ouvidos".

Até ao próximo post.

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sexta-feira, 27 de julho de 2018

"Tenho de confessar: não, não gosto nada dos meus pés..."

Antes do tratamento , os pés de meter medo ao susto...
#@ Quantas vezes já ouvimos esta frase? No meu grupo de amigas, colegas, e mesmo junto de elementos de família, é comum haver sempre alguém que se queixa de não gostar dos seus pés: ou porque são gordos, ou porque os dedos são demasiado abertos, ou porque as unhas são pequenas, ou porque o pé é achatado, e até mesmo porque as unhas encravam, que é o meu caso (infelizmente).
Mas, façamos um exercício: damos a devida importância aos nossos pés, que sustentam todo o peso do nosso corpo; e andam centenas (ou milhares) de passos por dia? 
Isto é, tratamo-los tão bem como as mãos, que merecem um cuidado quase diário (com cremes e idas à manicure, embelezamento com anéis e várias hidratantes)? Se forem como eu, a resposta vai ser NÃO. A verdade é que só me preocupo verdadeiramente com os meus pés quando chega o verão, o calor, o tempo de "andar de com o pézinho ao léu...". No resto do ano, "a história é outra"....
Também são assim?

Foi preciso "coragem", para vos mostrar os meus pés, pois tenho um complexo bem grande em relação a eles, para vos ser honesta. Mas vale a pena, para partilhar convosco uma experiência fantástica...
Sempre que pensava em "arranjar os pés", o meu cérebro associava-o a pintar as unhas e pouco mais; porque realmente era isso que acontecia quando me deslocava para os arranjar: pés um pouquinho em água, cortar peles e unhas, e pintura. Pronto, já estava. Ok, confesso que ficavam esteticamente mais bonitos, mas não saia de lá mais relaxada ou com os pés a sentirem-se os "reis do mundo". 

Um destes dias, através de um anúncio no facebook (é verdade, mais uma vez, o amigo facebook a "dar-me a conhecer" uma marca/serviço que desconhecia 😜!), descobri "Saúde dos Pés à Cabeça", num post que destacava um tratamento aos pés, e fiquei cheia de curiosidade de experimentar (como se costuma dizer "os olhos também comem" e as imagens eram super apelativas!). Liguei, marquei (tudo feito com muita rapidez e simpatia), e no dia combinado lá estava eu e os "meus pézinhos", ambos ansiosos e na expetativa.

Aviso-vos já que um tratamento aos pés, é completamente diferente de uma ida à esteticista. Antes de "viver a experiência", achava que não, mas não podia estar mais enganada.
Começamos com esfoliantes para tirar as peles mortas; seguiu-se o cortar de unhas (que deve ser sempre a direito); alisamento das unhas; retirada da pele em excesso; e depois a tão esperada massagem - uma delícia!
Como vos descrever um tratamento aos pés pelas mãos da Maria Manuel?!?... Hmmm, estão a ver quando comem um gelado delicioso (ou um waffle para quem prefere 😉!), com tudo a que têm direito, de quatro andares? A sensação é mais ou menos a mesma 😃!
Sem dúvida que a melhor parte foi mesmo a massagem aos pés. Nunca tinha feito nenhuma. Saí de lá completamente descontraída, relaxada e pronta para ir dormir, muito sinceramente.
Ao longo de uma hora aprendi os cuidados a ter com os pés, como devia cortar as minhas unhas (que têm tendência a encravar), e dicas super práticas, acessíveis e do tamanho da nossa carteira (algumas das quais podem ser feitas em casa).
Partilho convosco a minha dica favorita - esfoliante caseiro para os pés: juntar mel e açúcar mascavado num recipiente, mexer até fazer um género de papa, aplicar nos pés durante uns cinco minutos, depois passar por água morna e deixar o pé relaxar na água. Vão ver como a pele fica mais hidratada e macia. Em época de praia deve ser feito semanalmente, no resto do ano, pelo menos quinzenalmente. Acaba por ser algo simples, fácil, rápido e barato de se fazer, mesmo como nós mães gostamos 😁.
A Saúde dos Pés à Cabeça fica localizada no Atrium Saldanha, funciona todos os dias, das 10h às 22h, e além dos tratamentos aos pés e às mãos, podemos também comprar produtos e artigos como cremes, acessórios, meias, sapatos, chinelos, sempre acompanhados de aconselhamento adaptado às nossas necessidades/especificidades.
Os preços dos tratamentos variam entre os 12 e os 30 euros, e garanto-vos que não se trata de um luxo. Desengane-se quem o pensa. Para alguém que, como eu, tenha tendência a ter as unhas encravadas, trata-se de qualidade de vida 😊.
Podem marcar o vosso tratamento e saber mais aqui.

Já alguém experimentou um tratamento aos pés? Quem conhece a "Saúde da Cabeça aos Pés"? Mais alguém que não ache os seus pés um "exemplo de beleza"? Contem-me tudo; já sabem que "sou toda ouvidos".

Até ao próximo post!

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quarta-feira, 25 de julho de 2018

"Está "aberta" a época balnear mais organizada e cheia de eTiketa de sempre!"

#@ E depois de sete dias com os avós, estamos de regresso a Lisboa para mais umas semanas de trabalho e escola (férias só a partir de 27 de Agosto; ainda temos que esperar mais um bocadinho 😜).

Mas, a Mariana, nem tem tempo para "tristezas": esta semana é de praia com a escolinha e os amigos que tanto gosta. Será uma estreia, e ficamos sempre com "aquele receio" de mãe (e de pai!), mas racionalmente sabemos que lhe vai fazer bem em todos os sentidos: não só pela praia em si, mas também porque vai divertir-se ao máximo e construir memórias de infância maravilhosas.
Além disso, sabemos que, não podendo estar connosco (nem família), está nas melhores mãos do mundo, e que podemos estar descansados (embora coração de mãe nunca descanse totalmente...).

Um dos pedidos do colégio foi que tudo fosse identificado: calçado, toalha, mochila, garrafa de água, protetor, roupa, chapéu... Claro que, uma fanática pela organização, como eu, que há uns tempos atrás ficaria em "pânico", nem pestanejou... Aliás, até sorri, pois soube logo o que fazer: ir ao site da Tiketa (como já fizemos em outras ocasiões - podem ler ou reler aqui e aqui); escolher um kit praia, personalizado ao gosto da mãe e da Mariana e super económico, esperar três dias "et voilá", depois tinha o meu kit na caixa de correio. 
Prático, rápido e cheio de estilo:
Não podem faltar os nossos pacotinhos mágicos que adoramos
e nos acompanham para todo o lado
Agora é só mesmo esperar que o sol seja amigo e "abençoe" os dias de praia da Mariana e dos amiguinhos (e do resto de Portugal inteiro, também dava jeito!).

Como costumam identificar os pertences dos baixinhos e baixinhas aí em casa? Também ficaram com o coração "a mil" com o início da época de praia? Contem-me tudo, "sou toda ouvidos", como sempre 😃.

Espero-vos no próximo post!

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segunda-feira, 23 de julho de 2018

"O doce reencontro com a Mariana"

#@ Como partilhei convosco ao longo da semana, a Mariana foi para Viseu, para ao pé dos avós, sete dias. Leram bem: S-E-T-E DIAS (que mais me pareceram sete anos!). Sinceramente, sabia que iria sentir muito a falta dela, mas nunca pensei que fosse tanto...

Na verdade, sem ela a casa fica "sem luz", apagada, triste, fria, só... Não há gargalhadas, sorrisos, a sua voz meiga a chamar por mim, beijinhos sem se fazerem esperar, colo, muito colo, nem o seu abraço apaziguador, capaz de tornar qualquer dia mau, num dia maravilhoso e cheio de cor.

Admito que senti falta dos brinquedos espalhados, da televisão sempre nos desenhos animados, da "vozinha fofinha" a chamar "mãe" a todo o instante, de companhia na casa-de-banho (não vale rir porque senti mesmo falta 😏!); 

Sei que ela esteve bem, brincou imenso, reviu primos e tios, criou ainda mais laços com os avós, correu na terra, fez bolinhos de lama, apanhou morangos, subiu às arvores, alimentou as galinhas e pintainhos, dançou no rancho, regou os legumes da horta, foi feliz... Construiu memórias e momentos felizes, que vão tornar a sua infância ainda mais alegre e cheia de amor.
Racionalmente sei tudo isto, mas emocionalmente o sentimento era outro: ansiava por a ir buscar, por a cheirar, beijar, abraçar, ter no meu colo sem minutos contados, dormir agarradinha a ela e olhar cada pedacinho seu...

O reencontro foi mágico. Assim que me viu a mim e ao pai saltou para o nosso pescoço, o nosso colo, encheu-nos de beijos e não mais nos largou. Ela não sabia "para onde se virar", literalmente. Ora queria o papá, ora a mamã, ora os dois. Na primeira noite dormimos os três, bem apertadinhos 💖,e confesso que passei mais tempo a olhá-la e a cheirá-la, do que a dormir... Mãe é mesmo assim, não é 😍?

Independentemente das saudades, sei que esta semana lhe fez bem; noto-a mais crescida, mais autónoma, mais desembaraçada. Tenho de me convencer que ela está a crescer, que  vai querer "voar para fora do ninho" cada vez mais; que "já não precisa da mãe" para tudo...
Mas, há uma coisa que ela continua a pedir (e que terá sempre), tenha a idade que tiver: o meu colo e o meu abraço. Esses não têm prazo de validade. E serão dela para sempre.

Quero aproveitar, também, para agradecer as várias mensagens de apoio, força e carinho que vocês me enviaram estes dias. Acalmaram o meu coração. Bem-haja por terem dedicado um pouco do vosso tempo a nós 💖.

Aqui ficam algumas fotos destes dias e do reencontro:
Como é convosco quando reveêm os vossos filhos, depois de estarem longe? Também sentem que eles cresceram, que engordaram/emagreceram, que estão mais "autónomos"? O reencontro é tão doce, não é? 
Contem-me tudo: as vossas experiências são bem vindas, e eu "sou toda ouvidos".

Até ao próximo post!

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sábado, 21 de julho de 2018

"Mãos reais e Pé de Sonho dão vida a golinhas encantadas"

#@ Hmmm, consegui "chamar" a vossa atenção com o título não foi 😉? E confesso, a ideia é mesmo essa. Já vão perceber porquê.

Partilhar convosco o que gostamos, usamos, admiramos e preferimos - mesmo que vos pareça repetitivo eu estar a dizer (escrever) isto, é a verdade 😊 - é um dos propósitos do blogue, assim como dar-vos a conhecer as marcas, empresas e pessoas fantásticas e empreendedoras, que vamos conhecendo ao "longo do caminho". E como adoro fazê-lo!

Hoje quero dar-vos a conhecer a Pé de Sonho, um reino encantado em Viseu, que viu a luz do sol em Outubro de 2014, e tem vindo a deslumbrar e criar looks lindos e cheios de estilo para os mais pequeninos. E, lá está, uma marca que respira ADN 100% português 😊.

A Pé de Sonho nasceu da vontade de encher de alegria, cor e doçura a vida dos mais pequeninos, e "saiu" da mente brilhante de Mafalda Figueiredo, mãe da princesa Beatriz e do Princípe Francisco, inspirações para as suas criações encantadas.

É a primeira peça da Mariana, mas certamente não será a última a vir da Pé de Sonho. Uma marca que adoramos, e que nos diz muito por ser de origens viseenses (como nós :)!). Para já, apenas temos o prazer de encomendar e "falar" online, mas dentro em breve vamos conhecer a loja pessoalmente e ver de perto a qualidade e beleza das peças. Prometo que depois tiro fotos e vos mostro 💖!

Esta foi a golinha que chegou cá a casa mas a oferta é variada, e cada peça única e repleta de ternura e fofura:
Além das golinhas, podemos encontrar artigos de bebé e criança (personalizados ou não): almofadas decorativas, flores em tecido, laços, babygrows, fraldas, babetes, conjuntos de batizado (vela, concha e toalha), fofos, quadros decorativos, entre outros, e sapatos lindos de "morrer". Agatha Ruiz de La Prada, Merceditas, Menorquinas e Pablosky são algumas das marcas que podemos encontrar para tornar os pézinhos dos nossos princípes e princesas num sonho 😍.
Difícil vai ser resistir e escolher 😊.

Para quem mora em Viseu (ou nos arredores), ou quem quiser ir conhecer, a loja física fica situada na Rua Miguel Bombarda n.º 33, e está aberta das 10h às 19h, de segunda a sexta-feira; e das 10h às 17h aos sábados.

Quem não pode deslocar-se à loja, espreite aqui a magia que se faz por lá :).

Há por aqui mamãs fãs de golinhas? Quais as vossas peças preferidas para vestir às meninas? E aos meninos? O que nunca falta no vosso roupeiro? Estou cuiosa, e "sou toda ouvidos" 😁.

Encontramo-nos no próximo post 😃.

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quarta-feira, 18 de julho de 2018

"É preciso menos competição e mais união entre mães"

#@ Imagino que este texto não agrade a todos, que vá gerar controvérsia e talvez, até, alguma discórdia. Mas, quem me segue, sabe que este "nosso cantinho" é muito "nosso"; que aqui somos livres de opiniar e partilhar o que nos vai na alma, sem julgamentos ou "apontares de dedos"...

Das coisas que mais me tiram do sério, desde que fui mãe, é ver a (demasiada!) falta de empatia, e de compreensão, bem como a excessiva necessidade de comparação e competição, entre nós, mães.
Desde que chega o “positivo”, ficamos automaticamente atraídas, tipo íman, às comparações, que vão desde a dimensão da barriga da grávida ao fêmur do bebê, passando pela escolha do enxoval.

Após o nascimento, seguem-se as comparações do tipo de parto: normal ou cesariana, com ou sem anestesia, hospital público ou privado; e as comparações entre bebés, que continuaam, à medida que os meses passam:

Quanto pesava e media?
Amamentas ou bebe biberon?
Está a aumentar bem? O meu aumenta(va) mais.
Ainda acorda de duas em duas horas? O meu (já) dorme a noite inteira.
Já segura a cabeça? Ainda não se senta? Já vai tarde.
Já tem dentes?
Já gatinha?
Ainda não fala? Não sabe dizer adeus?
Quando começa a andar?
Ainda dorme contigo? 
Come sozinho?
Quando começa o desfralde?
Ainda não está na escola?
(...)

É cada vez mais complexo ser mãe... Como senão bastassem todas as mudanças físicas e emocionais porque passamos, ainda temos de "lidar com todas as teorias e bitaites" das outras mães; com a pressão e competição desmedida. Não me interpretem mal: sou apologista de que a troca e partilha de experiências é essencial e benéfica, pois aprendemos muito umas com as outras. O que não entendo é a (cada vez maior) falta de empatia e solidariedade entre nós, mulheres...

Para quê tanta pressa? Porque é que perdemos tanto tempo a comparar e julgar mães e bebés? 
Esta pressão contínua, leva a que vivamos em constante ansiedade por fazer a coisa certa; como se duvidassemos de nós mesmas; da nossa capacidade de sermos as melhores mães para os nossos filhos...

Anseio por uma maternidade mais consciente; por uma maior partilha e empatia entre todas nós; pelo fim das comparações; pelo início do ombro amigo; pela verdadeira solidariedade feminina, seja ao vivo, seja online...

Se me perguntassem agora qual é a principal mudança que aconteceu depois da Mariana ter nascido, eu diria sem hesitar: todas as decisões são muito mais pensadas; e surgiu o medo de não a ver crescer; o receio de morrer (que até então acho que nunca tinha sentido....).

Já sentiram "na pele" o "peso da crueldade feminina"? Alguma vez passaram pela pressão da competição entre mães? Qual a vossa opinião? Sejam sinceras; "sou toda ouvidos".

Vejo-vos no próximo post!

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sexta-feira, 13 de julho de 2018

"Como é que os vossos pequeninos vão passar os meses de Verão?"

#@ As atividades letivas na escolinha da Mariana terminaram no passado dia 29-06 com a festa de final de ano a assinalar a ocasião, onde "vivemos" uma feira medieval. É sempre uma alegria ver e rever os coleguinhas da escola, as auxiliares, professoras, os pais dos amiguinhos e restante equipa do jardim de infância. Só tenho mesmo a agradecer por todo o trabalho e dedicação que têm para com os nossos pequeninos.

E o melhor foi ver o talento (que começa nos quatro meses e vai até aos dez anos :)!) dos nossos baixinhos e baixinhas e "babar" perante tanto estilo e coordenação: foram danças, sorrisos, desfiles, cenas de teatro medieval, algodão doce, pipocas, bolinhos e docinhos, artesanato e muita brincadeira.
Deixo aqui algumas fotos destes momentos:
A Mariana é a menina de avental amarelo, ao canto à esquerda 😁
Mas... E agora? As atividades curriculares acabaram, os pais continuam a trabalhar, e sem avós ou família por perto, o que fazer? 
Felizmente, o colégio da Mariana é ótimo (em todos os sentidos e mais algum - admito que é um descanso vir trabalhar e saber que, não podendo estar comigo ou com o pai, ela está nas melhores mãos e entregue aos melhores cuidados do mundo; tranquiliza o coração de mãe galinha 💖) e organizou um programa de ocupação de tempos livres, que inclui atividades como a praia (na segunda quinzena de julho), culinária, zumba, ateliers de pintura e modelagem, dança, jogos tradicionais, reciclagem, hora do conto, meditação e jogos de água.

Todos os dias é uma alegria: o acordar de manhã é sempre cheio de energia e curiosidade para saber que "surpresa" lhe reserva o dia hoje 😁. Mesmo a acordar às seis da manhã, desperta sempre com sorriso de "orelha a orelha":
E... este ano teremos uma estreia. A próxima semana será passada junto dos avós, em Viseu. Vêm buscá-la esta sexta-feira e depois ficará por lá até dia 22, altura em que vamos juntar-nos a ela e trazê-la de volta 💖. Confesso que o meu coração de mãe está um "tanto ou quanto receoso" e asustado... Nunca estive tanto tempo longe dela (o máximo foram três dias, quando ficou com o pai)... Mas também sei (racionalmente), que lhe fará bem divertir-se com avós, tios e primos, acordar tarde, correr pela terra, tomar banhos de rio e piscina, ajudar a cuidar da horta, passear e conhecer novos lugares... Ela está super entusiasmada (mais do que nós!) e todos os dias nos pergunta quando chegam os avós....
Ser mãe também é isto: ter a capacidade de deixá-los "sair do ninho", mesmo quando o que mais queremos é que fiquem "debaixo da nossa asa"...

E os vossos baixinhos e baixinhas? O que vão fazer nas férias? As escolas organizam atividades de Verão? Também costumam ir passar uns dias com os avós? Como lidam com esta "distância"? Contem-me a vossa experiência; além de ser "toda ouvidos", coração de mãe galinha e leoa precisa de ser acalmado... 

Há encontro marcado no próximo post!

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segunda-feira, 9 de julho de 2018

"O poder das Mães"

#@ Não, não é um título sensacionalista ou enganador. As mães têm mesmo poderes especiais; eu vejo-o na minha mãe, e se dúvidas houvessem, descobri-o em mim, depois de ser mãe (e vejo-o, todos os dias, em todas as mães que conheço, que leio, com quem falo).

Todas nós, mulheres, nascemos com super poderes, que se vão desenvolvendo ao longo da nossa vida. Muitos pensam que somos o "sexo fraco" - não podiam estar mais enganados... -, mas a verdade; a realidade, é bem diferente. Alguns destes super poderes estão "adormecidos", digamos, e despertam com a maternidade. No meu caso foi assim: descobri em mim uma força e altruísmo, que nunca imaginei ser possível, e passei a viver, todos os dias, com super poderes...

Ora vejamos, temos o poder de gerar vida - seja uma, duas, três, quatro, cinco ou mais vezes, trazemos ao mundo nova vida; geramos e damos à luz amor, e não importa se foi parto normal, cesariana, ou filhos do coração - nós damos vida. 

Poder de alimentação: cuidamos dos nossos bebés, desde o primeiro dia de vida, somos alimento - com mais ou menos dificuldade, seja amamentação ou biberon, todas somos alimento. 

Poder de sacrifício: mesmo nas noites em claro, nas madrugadas em que dormimos duas horas, quando somos as primeiras a acordar e as últimas a deitar, as mães "vão a todas", sempre com um sorriso, carinho e amor incondicional - tudo pelos nossos filhos, colocamo-nos em segundo plano, sem arrependimentos ou hesitações.

Poder de colo mágico: temos o dom de afastar as tristezas, dores, medos, pesadelos, anseios, birras, cólicas, só com o nosso colo; com o nosso abraço. E o melhor é que o nosso colo não tem "prazo de validade": é para a vida toda. Os nossos filhos sabem-no e nós também.

Poder de telepatia: sem falar, e apenas com um olhar, conseguimos perceber se os nossos filhos não estão bem. Mãe sente tudo, sem precisar de palavras. 

Poder de amor incondicional: sempre, todos os dias. Amamos até ao infinito as nossas crias. Só tenho uma filha, como sabem, mas o que "oiço" é unânime: "podemos ter dez filhos que os vamos amar de igual forma e tudo faremos para que sejam felizes - mãe multiplica o amor".

Poder de esquecimento - sim, mãe também se esquece: do cansaço, do sono, do medo, das dificuldades. Mas nunca esquece os filhos 💖.

Poder de audição tísica: ouvimos tudo - o bebé antes de chorar, o suspiro antes da birra, o riso de quem vai fazer um disparate, e até o silêncio de quem está a aprontar "alguma". Mas, mais importante de tudo, mães ouvem e aconselham como ninguém - ouvem até o que não é dito...

Poder de mãe polvo - conseguimos ter o nosso filho ao colo, pôr a máquina a lavar e ter o jantar ao lume, tudo ao mesmo tempo. 

Poder de futurologia: quedas, acidentes, chuva, constipações, dores de barriga... As mãe conseguem antever tudo. Pena que os filhos nem sempre nos dão ouvidos (como nós já fizemos às nossas mães, um dia...).

Poder de "viver a vida do avesso": sabemos que a vida não é perfeita nem feita de unicórnios; è real e por vezes dói e cansa, pois mesmo com super poderes, somos humanas. Sabemos que os filhos viram a nossa vida de pernas para o ar, mas descobrimos que o avesso é o nosso lado certo e vivemos assim, de pernas para o ar. Para sempre. Sem hesitar.

A todas as seguidoras que são mães: reveêm-se nestes super poderes? Há algum poder que queiram adicionar à lista? Sintam-se à vontade, "sou toda ouvidos".

Espero-vos no próximo post.


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sexta-feira, 6 de julho de 2018

"Quando a solidão nos "bate" à porta"

#@ Quem me acompanha na blogosfera (e quem me conhece pesoalmente), sabe que sou uma pessoa bem disposta por natureza, que sorrir faz parte da minha maneira de ser (mesmo nos dias mais difíceis e "assustadores"), e que irradio alegria e boa disposição "por onde passo", mas..., nem tudo que parece é, como diz o ditado...

Este "nosso cantinho", como digo muitas vezes, funciona como o meu refúgio; uma forma de "aliviar" o que me vai na alma, o que trago cá dentro, e que, por vezes, é tão duro dizer em voz alta, e tão mais fácil de colocar em palavras...
Encarem este post como um desabafo, um sincero desabafo, de uma mãe e mulher, como qualquer uma de vocês que me lê, e que (também) se sente sozinha e assustada, mais vezes do que quer admitir. Não julguem que não dou valor ao que tenho, antes pelo contrário, mas há alturas em que ser forte e positiva cansa...

Sei (e fui ensinada, e incuto o mesmo na Mariana) que devemos dar valor a tudo de bom que temos na nossa vida; agradecer por termos saúde, amor, família, amigos, uma casa e trabalho; por nos termos uns aos outros; por rirmos até doer a barriga; por aprendermos com cada birra e obstáculo; por celebrarmos cada vitória; por sermos felizes... Racionalmente, sei tudo isto. Mas, emocionalmente, nem sempre é assim tão simples, ver "sempre o lado bom"...

Ter os meus pais longe (podem ler aqui) e o "senhor cá de casa" a trabalhar por turnos (caso queiram ler ou reler aqui e aqui), acaba por originar muitos momentos a duas (eu e a Mariana), mas também muitos momentos a uma... Não me interpretem mal, adoro a minha filha, e os momentos que passamos juntas preenchem e enchem o meu coração, mas há alturas, em que não consigo evitar sentir-me sozinha...
Ser mãe é uma tarefa de 24 horas por dia, durante 7 dias da semana; muitas vezes esquecemo-nos de nós mesmas, das nossas necessidades, e até da nossa sanidade. Às vezes a exaustão é tão grande que  me esqueço do nome das coisas mais simples que existem...

Há noites em que o marido está a trabalhar, e que depois de deitar a Mariana, me sinto só; falta de falar com um adulto, de alguém que me diga que estou a fazer bem; que é normal sentir-me assim... Hádias em que preciso mesmo de uma mão, de uma ajuda, de um ombro se for preciso, de uma palavra, de um telefonema, de um abraço.
Sabemos que todas as mães passaram pelo mesmo mas não pelo mesmo que nós. E faz toda a diferença...

Eu sei que, como tudo na vida vai passar, e vou até esquecer-me deste "desabafo"; e não duvido que terei saudades "do que já foi e não volta mais", mas, pelo menos por agora, não consigo evitar sentir-me tantas vezes sozinha... 
Por isso, caso alguém sinta o mesmo, saiba que não está sozinho/a. A dada altura, na "viagem da maternidade", todas temos momentos ou fases assim (ainda que às vezes não o admitamos em voz alta...). E não faz mal. Somos humanas ❤.

Mais alguém se quer juntar a mim e desabafar? Quem já passou/sentiu o mesmo? Sintam-se à vontade; neste "nosso cantinho" não julgamos, apenas nos inter-ajudamos; e eu "sou toda ouvidos".

Espero-vos no próximo post.

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@Mamã do @Bazar @#

quarta-feira, 4 de julho de 2018

"Os filhos são fotocópias nossas, para o bem e para o mal"

#@ Sempre ouvi a minha mãe dizer, desde que me lembro de "ser gente", que os filhos são "esponjas" que absorvem tudo o que nós, pais, lhes transmitimos; mostramos e ensinamos, bem como têm tendência para repetir os comportamentos e atitudes que temos para com eles.

Confesso que antes de mãe e "sentir na pele" este fato, nunca lhe tinha dado a devida importância (para ser sincera, nem me lembrava muito dele...) - até ao dia em que aconteceu o "abre olhos"... Sim, eu sei que "comportamento gera comportamento", mas não tinha noção do impacto que as minhas atitudes (mesmo as feitas inconscientemente!), tinham na Mariana.

Num destes dias, cheguei a casa cansada e completamente desanimada, após um "daqueles dias" que todos temos, em que parece que o mundo "conspira contra nós". Dei o beijinho e o abraço "da praxe" à Mariana, que ficou na sala a brincar; o maridão saiu para fazer mais uma noite; e eu fui direta ao quarto, onde me estendi ao comprido de cima da cama, respirei fundo; e deixei que as lágrimas "seguissem o seu curso", de forma a aliviar a tensão acumulada.

Passaram nem dez minutos, "recompus-me"; levantei-me e digiri-me à sala para brincar um pouco com a princesa antes de jantar, escondendo claro (pensava eu!) o desânimo que "trazia cá dentro".
"Fofinha, queres brincar ao quê hoje? Ainda podemos brincar um bocadinho antes do jantar", disse-lhe com o maior sorriso que consegui fazer.
"Hoje não quero brincar mamã. Estou triste como tu. Tive um dia mau."
"O quê filha? Um dia mau? Que se passou? Mas olha, eu não estou triste."
"Estás sim. Vens com aquela cara que eu não gosto e sem sorrir. Eu já sei que tiveste um dia mau, porque chegas a casa e não dás gargalhadas. Por isso eu também quero ser como tu e tive um dia mau".

Escusado será dizer que foi como se uma flecha me tivesse atingido o peito... Então é "isto" que eu estou a transmitir à Mariana? Não, não pode ser. Não que o esteja a fazer de propósito - antes pelo contrário, nem me tinha apercebido, - mas tenho de parar. Rapidamente.
Apesar de doer, este "abre olhos" chegou em "boa hora": permitiu-me ver, a tempo, a imagem errada e derrotista que estou a transmitir à minha filha. E não o quero. De forma alguma. 

Na verdade, mais do que nunca, tive a certeza: o exemplo e a coerência entre o que dizemos e o que fazemos são os maiores professores na formação da personalidade dos nossos filhos. Porque eles irão seguir o nosso exemplo, não os nossos conselhos - que nunca nos esqueçamos disso <3... Como um "presente surpresa" (e embora não seja fácil), vamos deixar que os nossos filhos "exercitem" os seus talentos um a um, confiando neles e permitindo-lhes criar o seu próprio caminho. 

Já vos aconteceu passarem por alguma situação idêntica? Já tinham pensado "nisto" desta perspetiva? Contem-me tudo; "sou toda ouvidos".

Até ao próximo post!

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domingo, 1 de julho de 2018

"Dicas da Mamã VII: sabiam que todos podemos escrever e publicar o livro que conta a história dos nossos filhos?"

#@ Admitam lá, deixei-vos a todos curiosos com o título, não foi? Então, para "aumentar" ainda mais a curiosidade, imaginem que poderiam eternizar a história do nascimento, crescimento, preferências, aventuras, e tantas outras peripécias (o céu é o limite!) dos vossos baixinhos e baixinhas (e da vossa família) à distància de um click, deixando uma herança (impagável e insubstituível!) para as gerações vindouras? Já tenho a vossa total atenção 😉? Hmmm, então leiam o texto todo para saberem como 😁.

Dar-vos a conhecer o que de melhor se faz por cá (porque há tanta coisa que desconhecemos) e o que adoramos, continua a ser das coisas que mais gosto me dá escrever. Partilhar o que vou descobrindo pelo "mundo da internet", nas minhas viagens (constantes), tornou-se um prazer e uma "obrigação". Até porque, muitas vezes, é através das vossas experiências e desabafos, que também vou aprendendo (e revejo-me muitas vezes no que contam) e encontrando muitas soluções e ajudas, para algumas das dificuldades ou "obstáculos" com que me deparo no dia a dia.

Como sabem (pois já o partilhei várias vezes convosco), ler é uma das nossas atividades preferidas; livros e histórias não faltam cá em casa, e alguns a Mariana herdou da mãe :). Livros são amigos, e presentes que nunca deixamos de dar - estimular a leitura sempre - pois acreditamos que ao incentivar a Mariana, ela vá gostar ainda mais de imaginar e inventar histórias de fadas e duendes; dragões e super heróis; princesas e reis. 
Ora, num destes dias, em que "passeava" pelo Facebook, dei de caras com a "Peewee Book". Inicialmente, o que me chamou a atenção foi um anúncio que surgiu no meu feed, e dizia algo como "faça o seu próprio livro". Não resisti a clicar e a entrar na página; adorei de tal forma o que "descobri", que não consigo evitar de vos contar.

De uma forma muito resumida, a Peewee Book é uma start up portuguesa (ou seja, mais uma empresa que nasceu da "mente" brilhante e empreendedora de ADN nacional!) com um objetivo: ajudar-nos a criar o nosso livro, totalmente personalizado e ilustrado a gosto.
Como? perguntam vocês. Eu explico: através de uma plataforma online, disponível no site da marca, que nos permite "contar a nossa história".
Primeiro, selecionamos o tipo de livro que queremos: capa dura ou mole; de seguida escrevemos o nome dos nossos baixinhos; a idade e escolhemos a personagem mais parecida com eles; depois preenchemos as 24 páginas com as ilustrações que mais gostamos; para finalizar lemos os textos que "escolhem" para nós, sendo que se não gostarmos pudemos mudá-los e escrever o que quisermos (que foi o que eu fiz - adaptei a nosso gosto).

Todo o processo é muito simples, e permite-nos ir guardando as alterações, para podermos aceder e continuar quando quisermos, caso nos falta a inspiração ;). É uma atividade muito gira para fazermos em família, e os pequenotes sentem-se verdadeiros escritores :).
O que mais me supreendeu foi a simplicidade e rapidez com que toda a magia acontece. O nosso foi feito a seis mãos, com dicas e sugestões de todos, sendo que o mais importante (de acordo com a Mariana :)!) foi ela quem decidiu - o título.

O resultado é o que está à vista: um livro lindo, cheio de amor e que conta a história da Mariana ao mundo. Uma recordação única, que eterniza a nossa família, e que passará de geração em geração. Como não adorar?
Imagino que a esta altura "estejam em pulgas" para escrever a vossa história, não é? Então toca a "encaranar" a personagem e revelarem os escritores que vivem em vocês; basta acederem aqui.

Que vos parece a minha sugestão? Já sabiam que os nossos baixinhos podem ser os heróis da própria história? Um presente deveras original, não acham? Digam de vossa justiça; "sou toda ouvidos", como sempre.

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@Mamã do @Bazar @#

"Eu, mãe, também preciso de uma pausa..."

#@ E não, não tenho vergonha ou problema em o admitir. Ser mãe transforma a nossa vida completamente.  Aprendemos o que é amar incondicional...