sábado, 29 de setembro de 2018

"'Dez coisas que uma mãe real faz..."

#@ Este post é uma espécie de confissão, uma "nota de culpa", digamos assim. Certamente, as mães que o lerem vão perceber (penso eu!) estes "tesourinhos" que já fizemos cá por casa e até, quem sabe, identificar-se com alguns 😊. Não vale julgar ou apontar dedos 😊!
Quem quiser, pode "juntar-se à festa" e contar os seus "tesourinhos". Sim, porque mães reais não são perfeitas. E não, não é um cliché - é a verdade ☺.

1 - Fingir que estamos a dormir - Culpada!
Sim, quando estou no limite do cansaço, e a Mariana continua com "pilhas duracel", finjo que estou a dormir para ver se ela "acalma" um bocadinho e adormece. Umas vezes funciona, outras não 😜!

2 - Limpar o nariz da Mariana com a mão - Culpada!
Às vezes, quando estamos atrasadas, sobretudo de manhã, a caminho do carro, carregada com mochilas, malas e amigos peluches, e a Mariana se queixa de comichão no nariz ou "macaquinhos", confesso que limpo com a mão e pronto. Qual lenço de papel ou de tecido? Nessa altura há que ser desenrascada 😅!

3 - Pedir para perguntar à professora - Culpada!
Confesso que, naqueles dias em que estou mais cansada ou com mais trabalho em casa, algumas perguntas difíceis que a Mariana faz e para as quais fico sem resposta ou não tenho mesmo resposta 😜, digo para perguntar à professora. Hmmm, se estiver a ler, desculpe Ana e obrigada 💖!

4 - Dizer que a mãe o pai vão trabalhar - Culpada!
Quem acompanha o blogue frequentemente, sabe que estamos longe da família, por isso o tempo a dois é escasso, digamos assim. Portanto, nas raras vezes que temos possibilidade de estarmos sozinhos, se a Mariana pergunta onde vamos, sai-me assim, de repente: "trabalhar". Depois, quando estamos a dois, não consigo evitar sentir-me culpada por ela não estar... Mãe é um bocainho bipolar, não acham 😜?

5 - Comer doces às escondidas - Culpada!
Pois, esta é "daquelas coisas" que acredito que a maioria de nós já fez: comer doces sem os filhos verem. Normalmente é na cozinha ou à noite na cama. E sim, "roubo" os doces que "chegam" na mochila da Mariana, nos dias que os amiguinhos fazem anos. Filha, quando leres isto, acredito que me vais agradecer 🙄!

6 - Usar os lápis de cor para pintar os livros de colorir - Culpada
Uma das atividades que gosto de fazer, além de escrever 😊, é pintar. Pintar muito. Desde livros de colorir, aos tão na moda "livros anti-stress para crescidos". Não dispenso os das Edições Gioco. São assim espetaculares! (Se não conhecem saibam mais aqui). Então, no silêncio da noite, pé ante pé, dirijo-me à caixa dos lápis, na sala, e uso os da Mariana. Claro que depois o que mais oiço é "mamã, os meus lápis estão a encolher!".

7 - Usar o perfume da Mariana - Culpada!
Como já vos contei (podem ler ou reler aqui), a colónia preferida da Mariana é da Picu Baby Portugal. Simplesmente adora o cheiro, e não sai de casa sem a pôr. Tivemos mesmo de comprar o frasco pequeno para andar na mala, porque ela gosta de se perfumar ☺!
Ehhhh, admito que gosto tanto do cheirinho que não resisto a "borrifar-me" de vez em quando. 

8 - Esquecer de lavar a cara - Culpada!
Pois, quando acordo às cinco e meia, e levanto a Mariana por volta das 06:10, naqueles dias em que o pai está no turno da noite, digamos que o meu cérebro não funciona como deve ser :)... Às vezes lá me esqueço de lavar a cara da Mariana. E deppis, quando a estou a colocar na cadeirinha, no carro, lá me apercebo das amigas "romelas" 😜...

9 - Pôr a fazer chichi na rua - Culpada!
Não foram muitas as vezes, mas sim, já aconteceu. A Mariana estava tão aflita, tão aflita, que não tivemos tempo de ir a uma casa-de-banho. Teve mesmo de ser atrás duma árvore. Palmas às mães por serem tão desembaraçadas 💪!

10 - Saber de cor os episódios dos desenhos animados e os nomes dos heróis de animação - Culpada!
Pois, são tantas as maratonas de algumas séries, que já as sei de cor :P. Para vos ser honesta, há alturas que a Mariana já está a brincar ou a dormir, e eu dou por mim super entusiasmada ainda a ver e a querer saber o fim do episódio... Mais uma vez, mãe é mesmo um bocadinho bipolar, não é 😁?

Quem se revê? Já passaram/fizeram alguma destas situações? Há mais "tesourinhos" para acrescentar à lista? Sintam-se à vontade para partilhar; "sou toda ouvidos". E acredito que quem me segue também 😊.

 Até ao próximo post!

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terça-feira, 25 de setembro de 2018

"Uma das realidades que me revoltam: discriminação sexual de géneros no mundo profissional"

#@ Desabafar o que me vai na alma; o que trago no peito, seja relativo à viagem alucinante de "ser mãe", às dificuldades do dia a dia; às alegrias; aprendizagens; medos; dúvidas; anseios;... - todos estes motivos me levaram a criar este blogue, este "nosso cantinho", onde registo, partilho e dou a conhecer um pouco de mim, o melhor de mim (e por vezes "o pior"), da minha filha, da nossa família (im)perfeita...

Mas, também é aqui, que exponho o que penso, o que sinto, o que vivo, para além da "Sónia mãe", e revelo um pouco mais da "Sónia mulher".
E "hoje" quero falar-vos de um assunto que me diz muito, pela parte negativa, mas que me diz muito. Que me revolta. Que me entristece. Que traz à tona um sentimento de injustiça, ira e desilusão para com a sociedade: a discriminação sexual de géneros, no mundo profissional. Um tema tão falado, tão criticado, tão apontado, tão "esmiuçado", mas que continua a acontecer. Dias, meses, anos a fio. Em muitas empresas. De todos os setores. Em todas as funções. E que nos toca a todos, especialmente a nós, mulheres, que somos tão "lesadas".

Se se estão a perguntar: "será que já passou por isso?", a minha resposta é não, felizmente não, mas conheço várias pessoas que já o viveram (vivem). E tomei conhecimento, recentemente, de um caso, que admito, me deixou chocada, atónita, e, acima de tudo, triste, muito triste. Foi, sem dúvida, o que motivou a escrita deste texto.
Muito resumidamente, era uma vaga de emprego, para a função de professor. Publicado nos tão conhecidos sites de emprego. A descrição da função era esclarecedora. Foram vários os candidatos e candidatas, com diferentes experiências e percursos profissionais. Até aqui tudo "normal", digamos assim.+
A resposta é que me deixou "parva": independentemente das capacidades profissionais dos candidatos, não aceitavam pessoas do sexo feminino. Qual o motivo? Porque podem querer ser mães, e engravidar, e isso implica ausências e licença de maternidade. Direto e cruel assim. Sem mais explicações ou porquês. Simplesmente assim. Sem margem para perguntas ou reclamações... E estamos a falar de uma escola, que "vive" das crianças. Que são filhos de "alguém". Filhos esses, cujas mães gozaram licença. Horário de amamentação... Reparem no "cinismo"...

É este o mundo em que vivemos: penalização da mulher no mundo profissional porque temos o dom de dar vida, gerar vida, ser vida e alimento. Não bastam as diferenças salariais que continuam a existir; os estigmas que dão conta de que "somos o sexo fraco" e temos "menos capacidade para", ainda somos "atacadas" por sermos mães, por amamentarmos, porque isso "implica" licenças; ausência ao trabalho e faltas - que estão mais do que justificadas, é certo, mas que o mundo do trabalho parece "esquecer"...

Este tema toca-me muito. E sei que, infelizmente, as mentalidades irão demorar a mudar, a aceitar, a fazer "reset"... Revolta e desilusão, é o que melhor definem o meu estado de espírito ao escrever este texto. E sinto-o à demasiado tempo...

Qual a vossa opinião sobre este tema? Alguém viveu/passou alguma situação deste tipo de discriminação? Conhecem quem o tenha vivido? Como lidaram com a situação? Sintam-se à vontade para desabafar. As nossas experiências e partilhas podem estar a ajudar; a dar coragem a alguém, nunca se esqueçam disso. E eu sou, como sempre, "toda ouvidos"

Espero-vos no próximo post.

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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

"Desabafos de uma Mãe II: "Esse" tão "mal falado" colo..."

#@ Porque às vezes tudo o que uma mãe precisa é de desabafar. Porque há alturas em que não há tempo ou pessoas com quem desabafar. Porque escrever me alivia a alma. Porque escrever me faz bem. Porque desabafar a escrever me faz sentir que não estou sozinha. Porque as mães não são de ferro. Por todos estes porques (e mais alguns que guardo no peito), nasceu este novo "espaço" aqui no "nosso cantinho" - Desabafos de uma Mãe - como qualquer uma de vós, igual a vós, para me (nos) dar voz. Sejam bem vindos ao meu segundo desabafo.


"Diz-se que colo de mãe cura tudo. Que não tem prazo de validade. Que é bom em qualquer altura, lugar, idade, e sem limite de utilização.

Que é o aconchego desde que vimos ao mundo, e que assim se mantém, pela vida fora. É porto de abrigo, consolo, segurança, cama, força para acreditar quando não acreditamos em nós mesmos, calma para os dias de tempestade, certeza quando a dúvida ataca, amor quando o desamor sobrevoa o coração.

Diz-se que colo de mãe é mágico, tem super poderes, multiplica -se (há sempre lugar para mais um), não dorme, e sabe que é preciso, mesmo sem ser pedido: ali está "ele", sempre pronto, atento, verdadeiro, por inteiro, para sempre.

Mas... Sabem um segredo? Melhor do que colo da mãe, só o colo de filho. "Lá" tudo faz sentido. Mesmo que o mundo esteja a desabar. Mesmo quando parece que tudo corre mal. Colo de filho cura, recarrega energias, dá-nos coragem para seguir em frente. Sem hesitar. Sem medo.

Por isso sim, lamento desiludir os dedos apontados e as vozes críticas prontas a julgar, mas dou colo e peço colo. Muitas vezes. Repetidamente. E assim se manterá.
Usemos e abusemos de colo. Porque o tempo passa depressa demais; sem darmos por ele, sem avisar, sem voltar atrás. "

Mais alguém se quer juntar a mim e desabafar? "Aqui" não há julgamentos ou "vozes" a criticar; há somente mães a desabafar. Sintam-se à vontade para partilhar; "sou toda ouvidos".

 Até ao próximo desabafo ❤.

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quarta-feira, 19 de setembro de 2018

"O bullying online chegou. E o facebook é o palco principal..."

#@ Escrevo este post em tom de desabafo. Porque este é o "meu cantinho" (nosso) e sinto-me à vontade para tal. Porque escrever me faz bem à alma e me ajuda a desabafar, como já vos disse diversas vezes. E para que quem já tenha passado (ou esteja a passar por issso) saiba que não está sozinho e que, infelizmente, somos muitos a passar pelo mesmo.

Ouvimos falar imenso da palavra bullying, sobretudo no que diz respeito às escolas, às nossas crianças, aos adolescentes e a locais de trabalho. Mas, há um "nicho", digamos assim, cada vez mais crescente de bullying - o da era digital; o de pessoas que se "escondem" atrás de computadores para ofender e criticar outras só porque sim; o da ameaça, julgamento e ofensa nas redes sociais; o dos print screens e da humilhação barata e desmedida, quando tudo poderia ser resolvido com uma conversa em mensagem privada, por exemplo. E o Facebook tornou-se "palco" quase diário, de inúmeras situações destas. Onde tudo parece um circo. Onde tudo é "desculpa" para ofensas. Onde não há post que não tenha alguém a criticar, em vez de ajudar, de esclarecer, de acalmar, de "ouvir"...

Têm sido várias as seguidoras que me enviam mensagem privada a contar episódios e situações em que se sentiram ou foram alvo deste bullying digital, ou em que foi "vivido" por alguém que conhecem. E quem faz parte de grupos no Facebook, por exemplo, vê este "cenário" todos os dias, várias vezes por dia até.

Eu passei por isso recentemente, num dos grupos dos quais sou membro. Partilho não porque pretendo "esmiuçar" o assunto, mas porque a todos nós assiste o direito de resposta, e esta é a minha forma de responder. 
De forma muito resumida, publiquei um post que falava sobre roupas a condizer para mães e filhas, no qual estava uma foto minha e da Mariana. Respeito que não gostemos todos do mesmo, que haja opiniões diferentes, críticas construtivas e algumas dicas ou sugestões, é normal, agora más educações ou gozar com a minha filha não o aceito. Ver giphs com figuras a vomitar ou a "puxar o vómito" pareceu-me demais, tendo em conta que a minha filha estava na foto.
Resolvi não alimentar as críticas que cresciam, e optei por eliminar o post. O MEU post. Que eu escrevi. Que eu posso eliminar. Quando quiser.
Logo de seguida, alguém resolveu publicar um post com os print screens, onde estávamos eu e a Mariana, a mencionar-me, criticar-me e a incentivar discussão e provocação. A minha reação foi a de ignorar, não comentar, "fingir" que não vi, e não dar mais tempo de antena a alguém que não sei muito bem o que pretendia.
No entanto, acompanhei o post, fui seguindo as opiniões, os comentários, as reacções. E, sinceramente, foi com alegria que constatei que a maioria das pessoas não concordava com o que a senhora fez; com a forma provocadora e até mesmo mal intencionada, com o qual ela escreveu o post. Para nada. Por nada. Sem nada a acrescentar. Sem mais valia. Apenas para "gerar polémica". A própria senhora acabou por bloquear os comentários ao post. E eu? Nada. Não fiz nada. Remeti-me ao silêncio. Porque o meu tempo é demasiado precioso para "alimentar" este tipo de não conversa. Para falar sobre algo que não tem cabimento. Porque não vou responder a "ódio" com "ódio". Quem calou venceu - já diz o ditado.

Não quero ofender ninguém com este desabafo, apenas quero deixar esta "mensagem" digamos assim, aos que têm por hábito ser "bullies", para que ao acordarem amanhã, tenham menos vontade de o ser; para que se ponham no lugar do outro, em vez de apontar o dedo, ameaçar ou ofender, e para que pensem mil vezes no impacto e na influência que o que vão dizer/escrever poderá ter na vida da pessoa, na sua auto-estima, na sua forma de se ver e de sentir.
Experimentem; vão ver que "não dói nada". 

Aprendi que é mais fácil ignorá-los do que gastar (ainda mais) energia a tentar mudá-los. Basicamente, não deixo que me afetem: "combato" as críticas com sorrisos; as implicâncias com boa disposição; o negativismo com muita luz e alegria;... Acreditem que não é fácil, mas se repetirem este comportamento várias vezes, "eles" acabam por desistir. Porque o que pretendem é fazer-se notar, dar nas vistas, cair "em graça"... Por isso o "tratamento do silêncio" é tão eficaz: desarma-os, pois não têm com quem "bullir"...
E, no final do dia, vocês estarão melhores convosco próprios, pois não perderam tempo (que é tão valioso) com o que não vale a pena.

Alguém já se sentiu ameaçado, prejudicado ou vítima de bullying virtual? Como lidaram com a situação? Contem as vossas experiências. Além de bem vindas, lembrem-se que poderão estar a ajudar e acalmar alguém que vive o mesmo. Da minha parte, "sou toda ouvidos", como sempre.

Temos encontro marcado no próximo post!

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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

"Porque adoro tanto os domingos..."

#@ Lembro-me que, antes de ser mãe, não era grande fã dos domingos, sobretudo ao anoitecer... Era sempre um dia "de preguiça" e de tardes no sofá, e que me recordava que na manhã seguinte estaria a pé às seis e meia, para ir trabalhar, e iniciar mais uma semana de correria....

Depois de ser mãe, o domingo (especialmente os que o maridão está em casa, connosco ❤) tornou-se o meu dia favorito de toda a semana 😊.
Não que eu tenha deixado de acordar cedo às segundas-feiras, nada disso, antes pelo contrário, acordo ainda mais cedo para preparar a Mariana; o que mudou foi a minha forma de encarar a vida 😉.

Ora vejamos, atualmente, os domingos já são felizes antes de começarem: o acordar com os miminhos da Mariana; as manhãs de ronha e miminhos na cama a duas (ou a três); os programas em família; o não fazer nada ou o sair sem planos...

Aos domingos não há corridas de maratona em contra-relógio para chegar a tempo à escola e ao trabalho; podemos dormir até mais tarde (se os filhos deixarem 😋); consigo beber o meu galão, sem pressas e em silêncio, enquanto "dou uma vista de olhos" pelas redes sociais e pelas notícias da manhã.

Aos domingos, o "som ambiente" são as gargalhadas, risos e "gritinhos" de euforia, resultado das brincadeiras divertidas e sem nexo, que inventamos, na nossa cumplicidade, no nosso cantinho, os três. 

Há os domingos em que vamos ao parque correr, andar de baloiço ou apanhar folhas, flores e pedrinhas; e outros em que andamos pela casa de pijama, até tarde, e depois montamos puzzles, lemos histórias, fazemos "encontros de chá" com os bonecos e peluches ou jogos divertidos com a Tatauuga, a Science4You e a Creative Toys.

Há os domingos em que "pomos mãos à obra" e fazemos um bolo, salame ou uma tarte, e toda a casa fica perfumada com o aroma maravilhoso dos nossos doces; ou aqueles em que nos apetece ficar enroladinhos na mantinha do sofá, a ver filmes (de desenhos animados claro!) e a comer pipocas.

Aos domingos fazemos vídeo-chamadas para encurtar a distância física e aliviar as saudades que temos dos nossos pais, e a Mariana dos avós; há almoços tardios e demorados quase à hora do lanche; há momentos em família, sentados no chão, descalços e sem pressas, onde aproveitamos para desfrutar uns dos outros, sem pensar nas rotinas ou responsabilidades...

Há domingos em que tentamos pôr o sono em dia e decidimos que vamos fazer uma sesta, mas passamos o tempo todo a rir e a fazer palhaçadas; há tardes de correria, rebolar na relva, piqueniques com amigos, passeios à beira-mar. 
Há manhãs de domingo em que a Mariana e o pai saem para andar de bicicleta por duas horas, e eu fico com a casa toda só para mim, e posso apreciar o silêncio e a calma - embora, passados 20 minutos, já esteja com saudades do desassossego, do constante chamar "mãeeeee!" e dos brinquedos e jogos espalhados pelo chão... 

Desde que fui mãe, os domingos são dias perfeitos para apreciar as coisas simples que nos enchem o coração e a vida; e que nem sempre temos tempo e "espaço" para fazer durante a semana ❤.

E vocês: qual o vosso dia da semana preferido? Também são fãs dos domingos? Contem-me tudo; "sou toda ouvidos".

Até ao próximo post!

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sábado, 15 de setembro de 2018

"Sofro de nostalgia de mãe crónica..."

#@ Umas das coisas que mais gosto de fazer é ver e rever fotos (sim, também gosto de tirar fotos - aos outros, claro 😋). Para vos ser sincera, ando há que tempos a pensar em tirar um curso de fotografia, para ter algumas noções básicas de como tirar fotos mais agradáveis digamos assim. E ainda não desisti desse "sonho"... 

Ora, como estamos em modo fim-de-semana, sem rotinas e horários, sem stresses ou obrigações (Yupi!!!!), "dei por mim" a organizar as nossas fotos de família, e cheguei às das férias do verão de 2017. 
Bolas, bateu uma saudade, uma nostalgia, tão grandes... Ela cresceu tanto (e nós envelhecemos tanto 🤣!) e tão depressa... O tempo passa mesmo a correr...
E eu "sofro mesmo" de nostalgia crónica de mãe 😏... Aliás, acho que todas as mães "sofrem disto" 🙄.... 
Por aí, também costumam rever as fotos e sentir saudades "daquelas fases" dos baixinhos que dizíamos querer que passassem depressa? São como eu, e têm o vosso telemóvel sempre "a relembrar" que o espaço está no limite? Como costumam fazer? Contem-me Tudo; "sou toda ouvidos".
"Encontro-vos" no próximo post!

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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

"Ser mãe de menina ensinou-me a adorar vestir-nos a condizer. Confessem lá: não sou a única, pois não?"

#@ Cá está mais uma das coisas que dizia que "jamais iria fazer" e que já tive de "morder a língua" várias vezes: vestir-me a condizer com a Mariana. Fossem t-shirts, fitas, calças, ténis ou até mesmo acessórios, antes de ser mãe não achava "nenhuma piada" a isso. Aliás, tenho de admitir que achava até um pouco "piroso" quando via mães e filhas (ou filhos) na rua, vestidos de igual.

Mas, como muitas coisas na vida, é preciso "ser para crer", e, neste caso foi isso mesmo: ao ser mãe, aos poucos e poucos fui começando a achar cada vez mais "graça" aos conjuntos "matchy matchy" para mim e para a Mariana, pelo que fui ficando cada vez mais atenta às ofertas online e nas lojas físicas.

Comecei por acessórios, nomeadamente fios, pulseiras e malas, algo mais discreto, digamos assim, mas depressa "o gostinho" se estendeu a roupas e calçado, como é o caso dos Crocs, que adoramos  usar (podem ver ou rever aqui).

Nas roupas, nem tudo me agradava, para vos ser sincera, e às vezes tinha alguma dificuldade na escolha, até que descobri a Love Twice, uma marca recém nascida, empreendedora até mais não, criada por duas mamãs iguais a qualquer uma de nós (sim, mais uma vez ADN nacional, portanto 😁!), e que promete tornar-se um vício (saudável!) para todas as fãs de roupas a condizer, como eu.

Partilho convosco alguns dos nossos modelos favoritos:

T-shirts "Mamã e Mariana", como são carinhosamente chamadas pela princesa cá de casa;
 Vestidos das "Manas Catatuas" - apelido dado pela Mariana, e dos meus favoritos, pois são super confortáveis, versáteis e assentam bem a qualquer tipo de corpo;


E o conjunto "Família Boss", apelido dado pelo "senhor cá de casa" e que adoramos usar os três, e faz um sucesso cada vez que o vestimos (o pai não quis aparecer, por isso fica só a foto do conjunto das três t-shirts :P, cortesia da Love Twice):

A Love Twice nasceu da paixão de duas mamãs empreendedoras, e pretende aliar o melhor de dois mundos: o gosto pela moda e a predileção em usar conjuntos de vestuário cheios de estilo e a condizer, para toda a família.
Uma das coisas que costumo ouvir muito, é que há mais oferta de conjuntos para mães e filhas, mas a Love Twice pretende quebrar esse tabu, pois oferece "matchi matchi" para todos os gostos: mãe e filha (ou filho); pai e filha (ou filho) e família inteira (seja um, dois três ou quatro filhos).

Além dos conjuntos que vos mostrei acima, a marca coloca também ao dispor roupa de praia (calções e fatos de banho, por exemplo), fitas de cabelo, jardineiras, bodies, saia e camisola, calcão e t-shirt, túnicas e tops, entre outros.
O melhor mesmo é passarem na página, clicando aqui, e verem por vocês a oferta variada, cheia de estilo, versátil e confortável, que a Love Twice nos traz. Preparem-se para encontrar "do outro lado", uma empreendedora muito simpática, atenta e disponível, que vos aconselha e dá dicas, que vão mesmo de encontro ao que procuram.
Cá por casa já somos fãs, e estendemos este "gostinho" a família e amigos.

Quem mais gosta de conjuntos a condizer com filhos e marido? Quais as vossas peças prediletas? Toca a mostrar fotos 😍! Contem-me e mostrem-me tudo; "sou toda ouvidos".

Até ao próximo post!

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domingo, 9 de setembro de 2018

"Desabafos de uma Mãe I: Os filhos mudam a tua vida..."

#@ Porque às vezes tudo o que uma mãe precisa é de desabafar. Porque há alturas em que não há tempo ou pessoas com quem desabafar. Porque escrever me alivia a alma. Porque escrever me faz bem. Porque desabafar a escrever me faz sentir que não estou sozinha. Porque as mães não são de ferro. Por todos estes porques (e mais alguns que guardo no peito), nasce este novo "espaço" aqui no "nosso cantinho" - Desabafos de uma Mãe - como qualquer uma de vós, igual a vós, para me (nos) dar voz. Sejam bem vindos. 

"Haverá noites em branco. Choros. Cólicas. Viroses. Dentes a nascer. Febres. Quedas. Noites nas urgências.

Haverá birras. Teimosia. "Não quero, não faço". Insónia. Medo. Incerteza. Dúvidas. Erros e aprendizagem. Solidão. Algumas (muitas) lágrimas. Falta de tempo. Comida e café frios.

Não haverá tempo para comer. Dormir descansada. Falar sem ser interrompida. Responder a uma mensagem na hora. Pensar em silêncio. Fazer planos, e correrem de acordo. Saídas para tardes nos saldos. Jantares tardios. "Vegetar" no sofá, a ver séries e comer gelados. 

Haverá críticas. Milhentas opiniões alheias sem serem pedidas. Dúvidas a instalarem-se com tanta voz que te chega aos ouvidos. Tempestades no coração pela incerteza plantada por tanto bitaite alheio. Medo de errar. Erros. Alguns gritos (mesmo que ninguém admita). Pouca paciência. Lágrimas escondidas e cabelo despenteado. Casa desarrumada. Brinquedos espalhados. Despertares de madrugada para ver os PJ Masks, a Patrulha Pata ou o Ruca. 

Alguns amigos vão afastar-se. Vais sentir-te só, às vezes. Vais desejar cinco minutos de paz, de silêncio, de sossego. Vais respirar fundo e contar até dez algumas vezes, porque a paciência está a fugir. Vais trabalhar em modo Zombie, com olheiras até ao chão, e a cabeça em piloto automático. Vais querer muito dormir uma noite inteira. Terás dias de mau humor, em que só apetece fugir e desistir. 

Mas... Haverá sempre amor. Sorrisos e gargalhadas. Alegria e felicidade. "Serzinhos" que te amam incondicionalmente e nunca duvidam de ti. Que acreditam. Que querem o teu colo. O teu abraço. O teu consolo. Que te fazem querer ser melhor. Fazer mais e melhor. Que te olham com admiração e amor desmedido, desinteresseiro, verdadeiro, incondicional. Que curam todos os dias maus, medos, dúvidas e cansaço com beijinhos e carinhos. Que te apertam forte e dizem: "amo-te mamã". 

E aí tudo faz sentido; e tudo o resto se torna... Resto. És mãe. És vida. És alimento. És amor. E já não imaginas (nem queres) viver de outra maneira. Porque o avesso é teu o lado certo. E é tão bom viver "lá"."

Mais alguém se quer juntar a mim e desabafar? "Aqui" não há julgamentos ou apontares de dedos; há somente mães a desabafar. Sintam-se à vontade para partilhar; "sou toda ouvidos".

 Até ao próximo desabafo <3.

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domingo, 2 de setembro de 2018

"As mães também são gente, sim?"

#@ Quando nasce um bebé, nasce uma mãe - uma expressão muito usada, e muito real. Há coisas, sentimentos, vivências, experiências, que só conseguimos entender depois de sermos mães (seja de sangue, coração ou "emprestadas"). Não pretendo com este texto "ofender ou diminuir" as mulheres que não são mães - antes pelo contrário. É apenas um desabafo, uma opinião, um aliviar do que trago no peito...

Um filho é a maior riqueza que temos no mundo. O maior tesouro. Mas não deve ser o único. Como podemos dizer que algo é "a prioridade e o amor maior" da nossa vida se não temos mais nada? A partir do momento em que nos tornamos mães, muitas de nós se esquecem (eu incluída), do amor pelo nosso companheiro, pelos nossos hobbies, pelas nossas amigas, e até, por nós próprias...
As mães têm sentimentos; também ficam doentes, cansadas, sem paciência, a precisar de "uma pausa", de colo, atenção e de silêncio. Pode parecer surpresa, mas as mães são humanas, (apesar de parecer que somos invencíveis ;)).

Independentemente de sermos mães, somos mulheres, companheiras, amigas, filhas, irmãs, profissionais, donas de casa, e mais uma panóplia de papéis que nos acompanham diariamente. E, não nos podemos esquecer disso. Porque mãe também é gente; ser mãe é para a vida toda, e nós precisamos aceitar que teremos altos e baixos, momentos bons e menos bons, alegrias e desilusões - vamos ter fases  melhores e piores na maternidade, E não faz mal. É mesmo assim. Todas estamos no mesmo barco. Não somos inimigas; somos sim companheiras "de luta".

Por isso, antes de pensarmos em julgar uma mãe, façamos um exercício simples: tentamos colocar-nos no lugar dela; na pele dela; enfrentar os desafios e batalhas pelos quais ela passou; as vezes que cuidou e acolheu quando ela própria (eu própria) precisava de colo e mimo.
Lembremo-nos sempre: as mães também são gente; não precisamos de mais dedos apontados ou bitaites constantes... Já basta as vezes que nos culpabilizamos, arrependemos e choramos, quando nos deitamos à noite, no silêncio, no escuro, nos dias que correm menos bem, nos dias que o cansaço ataca.
Mas como super mães que somos, não desistimos: continuamos a acreditar que amanhã será um dia melhor, e dotadas de toda a coragem e amor incondicional vamos à luta. Mesmo com medo e incerteza. Porque também somos gente. E gente também erra. Mas aprende. E quer ser melhor. Todos os dias. E para isso, temos de cuidar de nós também, de não nos esquecermos de olhar no espelho e dizer: "Amo-me muito. Sou fantástica. Uma mãe espetacular. Uma mulher linda.". Uma boa auto-estima é "meio caminh andado" para nos sentirmos bem, sermos melhores <3.

Mas... ao sermos gente, também temos vontades. Uma identidade, uma maneira de ser. Sonhos. Ambições. E às vezes não é fácil conciliar a Sónia mãe com a Sónia mulher... Mas isso, será assunto para outro post...

Também vos acontece, às vezes, sentirem que as pessoas ao vosdo redor se esquecem que "as mães também são gente"? Há dias em que se sentem cansadas? Como lidam com este "esquecimento"? Partilha de experiências precisa-se; e eu "sou toda ouvidos".

"Vejo-vos" no próximo post!

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