domingo, 29 de abril de 2018

"Dicas Da Mamã IV: Sugestões para a chegada do Verão"

#@ Ser mãe de princesa é uma perdição para a carteira o ano inteiro, mas no verão, a perdição torna-se ainda maior, com tanta cor; padrões e oferta - as lojas físicas e online sabem mesmo aliciar-nos, não é 😉? 
Mas atenção, as mães de princípes também têm a "tarefa dificultada", pois as tentações para meninos, não páram de crescer 😊!

Confesso que até à semana de 18 de Abril, pouco me tinha lembrado do verão; mas, a chegada do sol e do tempo quente, despertaram em mim a saudade do calor e a memória de que caminhamos a passos largos para uma nova estação - e o meu "sentimento moda" acordou a "todo o vapor".
Dei por mim a (finalmente!) preocupar-me e "dar uma olhadela" às tendências de vestuário e acessórios (nas lojas físicas e online); e "a fazer uma ronda" pelo meu roupeiro e pelo da Mariana (sobretudo no dela - há tanta roupa que deixou de servir!). 
O "bichinho da moda verão" também já vos "mordeu" 😜?

Dei início, então, à "operação planeamento e seleção dos nossos essenciais para este verão" (chamem-me "apressada" se quiserem, mas não resisti!), e não podia deixar de partilhar convosco, algumas das escolhas que fiz para a Mariana - entre as quais acessórios, vestuário e calçado, e produtos - que nos vão acompanhar na nova estação (prometo "mostrar-vos" mais, à medida que for comprando 😛!):

Calçado confortável e "coberto de atitude"

Ténis by Adidas
Os "famosos", práticos e adorados Crocs:
As amorosas sabrinas personalizadas a gosto Queen of Pearls:
Os fios e pulseiras, recheados de cor, alegria e ternura, são da nova coleção de Pé de Gente, e já estão a fazer sucesso entre amigos e família:
Os laços também não podem faltar, e são uma criação Laçarote&Companhia:
Conjunto de cestas "matxi matxi" mãe e filha, para passeios e saídas em família cheios de estilo e alegria, da autoria de Algodão de Coração - eu e a Mariana estamos "viciadas"; não conseguimos parar de usar 😊!:
E quando a época de praia começar, cá por casa vai ser "No Stress", porque já nos prevenimos (eu já vos disse que sou organizada 😉!) e temos connosco as nossas etiquetas "Kit Especial Praia Completo" para identificar os pertences da Mariana. Ela está ansiosa para "dar nome" a tudo: "mamã, quando vamos pôr as nossas tiketas?" é a pergunta que mais se ouve cá em casa desde que abri o envelope; e admito que eu também. São super práticas, úteis e fofinhas, e escolhemos juntas o design e o tipo de letra. O kit contempla 20 etiquetas termoaderentes tamanho regular; 40 autocolantes regulares; 4 pares de autocolantes para calçado; 2 pulseiras; e 2 Identificadores de mochila:
"Deixo" mais uma dica: os pais e mães que estão a planear a entrada dos baixinhos no berçário, creche, jardim de infância ou escola, não deixem de ler este post e "visitar" a Tiketa aqui - garanto-vos que os kits vão facilitar e descomplicar essa etapa, confiem em mim 😁!

Para proteger a pele da princesa, (e atenção! é uma novidade que o blogue soube em "primeira mão", e que estou a partilhar convosco 😊), a escolha recaí no protetor solar by Picu Baby. Sim, é a grande surpresa da marca este verão. O aroma é muito agradável; não é nada pegajoso (de fácil aplicação) e com proteção 50+, para proteger a pele dos baixinhos e das baixinhas:
Seja na praia, ou de manhã antes de sair para a escola, o protetor não falha! Agora, além de ser a nossa colónia favorita 😁 (podem ler ou reler aqui), também nos acompanha nas idas à praia: protetor solar; toalhitas, super úteis para toda a família; e colónia versão 100ml (mais fácil de transportar) para deixar todo o areal a "cheirar a bebé" 😜. Estão todos disponíveis a preços do tamanho das nossas carteiras, na nova loja online da Picu Baby - vejam aqui.
Confessem lá: as minhas sugestões "abriram-vos" ainda mais o "apetite" para o tempo quente, não foi 😉? Já fizeram algumas compras para o verão? Quais as vossas escolhas para este ano? "Toca" a contar tudo; "sou toda ouvidos", como sempre, e as vossas sugestões são sempre bem vindas.

Até ao próximo post!!!

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sexta-feira, 27 de abril de 2018

"A "maldição" do medo de falhar como mãe"


#@ Quem acompanha o blogue, já leu muitas vezes eu dizer que "a maternidade é a viagem mais alucinante e desafiante e, ao mesmo tempo, a mais recompensadora, da nossa vida".
O que eu ainda não desabafei convosco, e que me tenho apercebido que é comum a tantas nós (pelas mensagens e e-mails que recebo), é o medo de falhar: falhar enquanto mães; e falhar enquanto mulheres...
Senti a necessidade de escrever este post não só para acalmar o meu coração de mãe, mas também para que saibam(os) que não estão(estamos) sozinhas.

Como mães (e mulheres, que nunca nos esqueçamos disso!) temos à nossa alçada, muitas tarefas; obrigações; preocupações; medos; compromissos; responsabilidades... Nada mais natural, portanto, que o Curriculum Vitae de Mãe tenha "experiência em medo de falhar". A "pressão" que a sociedade "impõe" às mulheres e às mães é tão grande, que, a uma dada altura, sentimo-nos como se carregassemos o "peso do mundo" às costas, recheado de receio de falhar...

Sim, há dias em que não tenho tempo de fazer sopa para a Mariana e compro já feita, que não dou banho por falta de tempo e só toma no dia seguinte, em que a roupa não está passada a horas, nem a casa imaculadamente limpa; momentos em que perco a paciência e "fujo" para o WC só para poder ter um minuto sozinha, em que respiro fundo e digo umas quantas asneiras "para dentro" para "sobreviver" a uma birra", em que deixo a Mariana brincar no tablet para conseguir ver o telejornal sossegada; fases em que choro porque me sinto sozinha, em que me dói o coração pela falta de tempo para poder brincar com a minha filha, em que gostava que os horários do maridão fossem "normais", em que ambicionava ser mais corajosa...
Imagino que vos aconteça o mesmo, não é?

Nessas alturas, lembremo-nos do seguinte: nem no nosso pior dia, quando a comida se queimou; a desarrumação da casa atingiu "níveis críticos"; nós não nos reconhecemos no espelho; em que perdemos a paciência com os baixinhos; e tudo teve "um gosto" amargo... Nem nesse dia desistimos de ser mães. Nem assim, nos passou sequer pela cabeça largar tudo e deixar de dar o melhor pela nossa família. Por isso, não, não falhamos. Um dia mau não faz de nós péssimas mães, nem nos transforma em pessoas piores. Afastemos estas ideias das nossas cabeças (e dos nossos corações!).

Somos as melhores mães que os nossos filhos podem ter, com os nossos defeitos e problemas. Deixemo-nos de tentar fazer tudo de uma vez: porque nós não conseguimos. Façamos pouco de cada vez. O resto fica para amanhã. Um dia de cada vez... Sejamos apenas "aquela mãe" que queremos que os nossos filhos recordem.

Porque, no fundo, ser Mãe é isso mesmo: tentar ser e fazer o melhor.. mas ser humana também. E os humanos (infelizmente) erram e vão falhar. A vida, é mesmo assim...
A conclusão a que chego é a seguinte: porque é que fazemos "isto" a nós mesmos? Porque nos menosprezamos tanto e achamos que não somos capazes? Porque é que "ligamos" tanto ao que o nosso cérebro diz, ao invés de  seguirmos o instinto do que nos vai no coração?... Porque é que temos tanto medo de falhar?...
Acho que ser mãe é isto: viver cheia de medos. A forma como lidamos com "eles" é que faz toda a diferença.

E vocês também têm medos? Ou já aprenderam a lidar com eles? Sintam-se à vontade para partilhar; "sou toda ouvidos", como de costume. 

Até ao próximo post!

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terça-feira, 24 de abril de 2018

"Consulta dos 4 anos: A saga do molusco contagioso"

#@ No mês de Março, fomos à consulta dos 4 anos, com a Fada das Pediatras - Dra. Maria Luísa Faleiro, na CUF Descobertas, que acompanha a pequenina (Ups! Tenho de me mentalizar que a Mariana cada vez tem menos de "pucanina") cá de casa desde os quatro meses. 

Estava tudo bem: desenvolvimento físico e cognitivo de acordo com o esperado; fala e visão "em ordem"; 16kg e 104cm da minha Miss Elegante :), que nasceu percentil 5 e agora "não finca pé" do percentil 50. Não é que seja adepta ou defensora dos percentis, mas este evolução só prova o que sempre acreditei: cada criança tem o seu tempo; o seu rtimo; e não devemos compará-las pois não há duas iguais. Ponto.

Na consulta, aproveitamos também para fazer o ponto de situação do molusco contagioso, que "veio assombrar" a Mariana (e o nosso coração) há uns meses. Podem ler aqui o texto, caso ainda não o tenham feito (ou reler, claro!)
As notícias não podiam ser mais animadoras: após os tratamentos indicados, as primeiras borbulhas que apareceram estão em fase de cicatrização; as seguintes estão em remissão e não há novas lesões. Respiramos de alívio .

Uma semana depois fomos ao dermatologista, que confirmou o que a Dra. Luísa já nos tinha dito. Temos de continuar a fazer visitas períodicas (semestrais), por uma questão de precaução, mas "o pior já passou". Com o crescimento, o sistema imunitário da Mariana ficou "mais forte", o que lhe permitiu maior capacidade para combater a"doença". Esta é uma das razões para eu e o maridão não termos sido afetados: o sistema imunológico dos adultos é mais resistente; logo, menos propensão de contágio.

Viemos ainda com a indicação de marcar consulta de odontologia, em meados de Setembro, altura em que terá quatro anos e meio, para vermos como está a dentição da Mariana. Essa sim, será uma aventura pela qual não anseio... Imaginam a minha pulguinha elétrica quietinha na cadeira do dentista? Pois... Eu também não 😝.

Como têm corrido as consultas de rotina dos baixinhos? Quantos de vocês já levaram os pequenotes ao dentista? Como correu? Vamos lá partilhar experiências; "Sou toda ouvidos".

Até ao próximo post!

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domingo, 22 de abril de 2018

"Os botões mágicos que contam a história da nossa família"

@# Hmmm, admitam lá senão vos deixei curiosos com o título? Mas atenção que não é um título enganador; nada disso. Calma, já vos explico tudo 😊.

Como estou sempre a dizer-vos (sim, eu sei que sou um "niquinho" repetitiva 😛), não resisto a registar momentos e vivências, sejam em imagens, ilustrações, pinturas ou quadros. Há quem diga que esta faceta me torna um pouco (grande!) "sentimentalista", mas adoro rever os momentos felizes e imaginar que as gerações vindouras farão o mesmo. No fundo, estou a deixar-lhes a melhor herança que existe: memórias cheias de amor e felicidade.

Também "estão fartos de saber" que vos dou a conhecer o que de melhor se "faz por cá"; e há tanto talento empreendedor de norte a sul do país; tanta "mente brilhante" a criar e desenvolver artigos e marcas que nos deixam de "queixo caído" com o tamanho da qualidade, originalidade e amor que dedicam ao seu trabalho - nós nem temos noção.

A Miss Little Frame é "uma dessas marcas", que chegou carregada de dedicação e inovação, para "encher o nosso mundo" de molduras e quadros, que guardam em si histórias e memórias, que representam algumas das melhores recordações da nossa vida.
Molduras de nome, aniversário, gravidez, nascimento, casamento, profissão e amizade; árvores genealógicas; os nossos animais - é só escolher o tema ou ocasião, e a marca dá asas à imaginação, transpondo para quadros o que nós idealizamos, salpicado de talento e amor, com muitos botões à mistura. Confusos? Ora vejam só a moldura que "mora cá em casa":
Pensámos num quadro que nos retratasse enquanto família, por isso, os nossos pais e os nossos amigos de quatro patas teriam de estar incluídos. Contatamos a página, explicamos a nossa ideia e "demos liberdade total de criação", sendo que o resultado foi muito mais do que poderíamos imaginar. Fiquei sem palavras, e olhem que isso não é nada fácil ☺!. Já está num local de destaque no nosso quarto, para onde olho todos os dias quando me deito e acordo, relembrando a bonita história que estamos a construir 💖:
Digam lá se não é simplesmente maravilhoso? Uma sugestão de dia da mãe muito fofinha, certo?

Passem na página, deixem o vosso gosto e deslumbrem-se com tanta coisa linda e encantada que por lá se faz. Aceitem o meu convite - basta clicar aqui.

Já imaginaram a vossa família representada por botões mágicos? É ou não é super original e amoroso? Não vos dá vontade de irem "já a correr" encomendar uma aí para casa? Confessem lá; "sou toda ouvidos".

Até ao próximo post!

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sexta-feira, 20 de abril de 2018

"Estamos em crise conjugal..."

#@... e eu estou cansada; rabugenta; sem paciência e com muitooo sonooo. E a culpa é de quem? Do "ressonar do maridão" 😉... 
Não, não se assustem, não nos vamos divorciar nem nada que se pareça 😊. Enganei-vos, não foi 😛? O título tem mesmo o intuito de chamar a vossa atenção, para que, caso alguém, já tenha passado pelo mesmo, me diga se há alguma solução rápida e "indolor", que ajude a fazer "mute" a esta sinfonia assustadora que o "senhor cá de casa" emite durante o sono?!?

Imaginem-se deitados na vossa cama, prestes a dormir, quando de repente, sem aviso prévio, vos "entra pelos ouvidos dentro" o som de uma moto serra, misturada com o motor de um trator? Estão a "ver o filme" (de terror)? Pois, eu sou a "protagonista sofredora", e o maridão, o "ressonador principal"...

Brincadeiras à parte, confesso que estou a entrar em "modo desespero". Eu bem que tento abstrair-me, mas o som é demasiado potente (e pavoroso) para ser ignorado... Começo por lhe tocar com o pé para que se vire - não funciona; depois um "empurrãozinho" - funciona apenas por alguns minutos; por último já é mesmo um encontrão, e nem assim... Ele ressona  de lado, de barriga para baixo, a fazer o pino... E o mais assustador é que ele fala comigo e não ainda não passaram dois segundos, já está a ressonar de novo...

A solução tem passado por adormecer antes dele (o que não é difícil pois às nove e meia estou "KO" 😜), e rezar para dormir seguido até o despertador tocar, pois se tenho o "azar" de acordar a meio da noite; "já era".
Sorte a da Mariana, que dorme que nem um anjinho no seu quarto, longe deste "concerto noturno"...

Mais alguém passou (ou passa pelo mesmo)? Alguma dica ou sugestão? Já experimentaram algum produto que tenha dado resultado? Sintam-se completamente à vontade para partilhar; "sou toda ouvidos" (e eu e os meus ouvidos agradecemos imenso!).

Até ao próximo post!

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quarta-feira, 18 de abril de 2018

"Dicas da Mamã III: Estamos viciados na Tatauuga"

#@ Não vos vou mentir: não somos pais perfeitos. A Mariana vê televisão (sob a nossa supervisão, mas vê); brinca com o tablet (jogos adequadas à idade, mas brinca); e "vai" ao youtube ver os episódios do Ruca, da Patrulha Pata e da Dora. 
No entanto, "no que toca" a jogos, livros e brinquedos, tentamos que sejam o mais didáticos e interativos possível, de forma a estimular e "obrigar" a Mariana a pensar - hoje em dia a "falta de racíocinio" é uma "praga" que atinge não só os pequenotes, mas também os "graúdos"...

Nesse sentido, cá em casa gostamos de coisas diferentes e especiais, por isso a mamã (entenda-se eu 😉), anda sempre à procura de "materiais novos", priveligiando o comércio tradicional: somos totalmente a favor da divulgação e promoção das marcas e negócios de mães e pais empreeendedores.

Ora, foi através do facebook que conhecemos a Tatauuga (bendito facebook!) e ficamos totalmente "viciados". Livros; jogos; puzzles; stencils; é só escolher que a marca tem, sempre tendo presente o mote "estimular a brincar" a mente das nossas crianças.
A ideia da Tatauuga é dar-nos a oportunidade de termos acesso a materiais e brinquedos didáticos e interativos, com um atendimento totalmente personalizado (por enquanto apenas online) e com sugestões adaptadas à idade dos pequenotes. As marcas Edicare; Djeco e Ludi, são algumas das opções que podemos encontrar.

Eu exemplifico: aniversário dos nossos filhos ou de um amiguinho dos nossos filhos - em vez de irmos a uma grande superfície comercial, em que nos sentimos "perdidos" com tanta opção de escolha, falamos com a Carla, dizemos o que a criança gosta ou o que pretendemos "estimular" e do outro lado chega-nos uma resposta cheia de boa disposição, que tem em consideração a idade da criança e preferências; e que vai de encontro ao que pretendemos. O resultado? Pais e pequenotes felizes, com brinquedos que realmente valem a pena e que incentivam a descobrir ; criar e "pensar", com preços à medida da nossa carteira.

Nós já temos livros da coleção Edicare, nomeadamente "Vamos conhecer a Casa" e "Vamos Conhecer a Escola", e a Mariana adora: são coloridos e alegres; ao mesmo tempo que folheamos as páginas, "trabalhamos com ela" o vocabulário; as personagens; objetos; divisões - enfim, "a imaginação não tem limites"; são horas de diversão :). Podem descobrir mais sobre o mundo da Tatauuga aqui; garanto-vos que os vossos filhos vão agradecer.
Também têm o hábito de procurar brinquedos que façam os pequenotes "puxar pela cabeça"? Quais os livros e brinquedos favoritos aí de casa? Já sabem que "sou toda ouvidos" 😊.

Fica já marcado encontro para a próxima dica 😁.

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segunda-feira, 16 de abril de 2018

"Os avós são os pais de açúcar "

#@ Há pessoas que são referências; apoios, e que desempenham um papel fundamental e inesquecível nas nossas vidas (e na dos nossos filhos) - os avós fazem, sem dúvida, parte desse "leque" e são (na minha humilde opinião) dos mais importantes.
Eles simbolizam, simultaneamente, a união de amor das gerações passadas (que nos geraram); e as vozes permissivas e compreensivas de um consentimento desmedido (mesmo quando pedimos por favor que não cedam 😜), que tantas vezes "chateia os pais" 

Os avós são o melhor e maior presente que podemos dar aos nossos filhos: raízes que criam uma marca emocional eterna no coração dos netos, através de segredos compartilhados, de dedicação, respeito e muito amor. 

Este texto é uma pequena homenagem aos avós Maria, Ana, Tó e Quim, como forma de agradecer o grande amor que dedicam à minha filha.

A Mariana tem muita sorte: quer os meus pais, quer os meus sogros, a amam incondicionalmente, e "babam com ela". Por mais que lhe digamos para não dizerem "sim" a tudo o que a neta pede ou quer fazer, eles "fazem ouvidos tamancos" e dizem "Amén" a todas as vontades.
No olhar deles encontramos compreensão, as mãos nunca estão cansadas demais para um carinho e o abraço traz "um pedacinho de céu". O colo está sempre disponível; nunca dizem não a uma brincadeira; e sorrisos e gargalhadas são o som que mais ouvimos quando estão com os netos. Só tenho pena de não estarmos todos juntos mais vezes (como podem ler ou reler aqui).
Já diz o ditado "os avós são os pais de açúcar".  Felizes os que puderam, podem, e poderão disfrutar deles.

Como é "aí pot casa": os vossos avós e/ou os avós dos vossos filhos fazem as vontades todas ou conseguem "impôr alguma ordem"? Têm a sorte de ter os avós por perto ou são como nós, e os avós estão longe fisicamente? Toca a partilhar; penso que falo por todos quando digo "somos todos ouvidos".

Conto convosco no próximo post!

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sábado, 14 de abril de 2018

"Dicas da Mamã II: Vamos embarcar numa viagem inesquecível pelo conhecimento? "

"@ Como o "prometido é devido", cá estou de volta com mais uma dica que os pequenotes irão de certeza adorar 😊, e os pais também, sem dúvida alguma.
E se eu vos dissesse que é possível ter nas festas de aniversário dos vossos filhotes, um planetário móvel, que "traz consigo" animais, ciência, biologia e os oceanos, em vez dos "tão comuns" insufláveis? Atenção, não tenho nada contra insufláveis (antes pelo contrário!), mas tenho tudo a favor de novas aventuras, sobretudo se são "Made in Portugal". Curiosos para saber mais? Então "toca a ler" o texto 😉!

O Playnetário nasceu em 2015, da ideia de mentes brilhantes portuguesas, e "leva-nos" numa viagem cinematográfia inesquecível. "Os animais são nossos amigos”; “O corpo Humano” e “Ciclo da água", são alguns dos temas com que nos podemos deliciar, no interior destas cúpulas planetárias móveis, com capacidades que variam entre as 20 e as 35 pessoas:
Cada sessão dura entre 25 a 35 minutos, com filmes  projetados a 360º, que nos rodeiam de imagens e sons, e proporcionam uma incrível sensação de envolvimento no ambiente e na ação:
Têm um espaço interior com cerca de 7m de diâmetro, 2,90m de altura e que dê acesso a uma tomada elétrica 220v? Perfeito: podem receber o Playnetário nas vossas casas; escolas; jardins de infância; creches; universidades; empresas; parques temáticos; museus - o céu e a imaginação são o limite.
O jardim de infância da Mariana acolheu esta iniciativa no passado mês de Março, e ela chegou a casa completamente radiante e com um sorriso de orelha a orelha 😁. Durante quase uma semana, não parou de falar nisso ☺:
Mais uma vez, partilho convosco o que de melhor se "faz por cá"; e é tão bom saber que talento e empreendedorismo português têm sucesso, não acham? 
Caso tenham interesse em que o Playnetário "voe" até à escola dos vossos filhos; sobrinhos; afilhados; netos; primos; alunos, e queiram saber mais informações sobre o projeto e preços, basta acederem à página aqui e enviarem mensagem. Garanto-vos que "do outro lado" vão encontrar muita simpatia e disponibilidade. 

Gostaram da dica de hoje? Que pensam desta iniciativa? Gostavam que fosse até às escolas da vossa área de residência? Têm alguma sugestão de tema ou iniciativa a partilhar? Não se "acanhem"; "sou toda ouvidos".

Espero por vocês no próximo post!

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*Um Agradecimento especial a Nuno Fragata, por toda a disponibilidade na resposta às minhas questões.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

"Desculpa filha por estar sempre com pressa"

#@ Pressa. Que palavra tão cinzenta e irritante (nada de acordo contigo minha filha, que és o arco-irís!), que "vive na boca de meio mundo" e é inimiga da calma e descontração... Vivemos numa era onde a palavra "pressa" é o "prato do dia", e ouvimos toneladas de pessoas a repeti-la: no café; no trabalho; nos transportes; na rua; quando falam ao telemóvel; no jardim; no supermercado; no médico;... Pressa, pressa e mais pressa... Gostava de ter menos pressa e mais tempo para o que é realmente importante. Não gostavamos todos 😣?

É um fato: quanto mais pressa temos, mais hipóteses há de as coisas correrem mal, sobretudo no que se refere aos nossos filhos: "depressa e bem não há quem", já lá diz o ditado; e quando estamos com pressa, normalmente ficamos mais stressados e impacientes, o que se reflete também, no comportamento deles.

Hoje eu estava com pressa. Acordei em cima da hora; vesti-me e arranjei-me a correr; preparei as coisas para levar "enquanto o diabo esfrega um olho" e fui levantar a Mariana já a bufar e sem tirar os olhos do relógio. E foi aqui que comecei logo a errar; e peço desculpa a ti, minha filha, por isso. 

Desculpa por falar contigo com "má disposição" quando não tenho paciência; desculpa por não dar-te toda a atenção que mereces quando mais precisas; desculpa por não estar a ouvir-te embora estejamos na mesma sala; desculpa pelas vezes em que não sou criança e me rio dos disparates que fazes só para me arrancar um sorriso; desculpa por deixar que a pressa tome conta de mim, quando, no fundo, és tu quem está a crescer mais depressa e eu às vezes esqueço essa pressa que "envolve" o teu crescimento.

Há alturas em que estou tão focada em mim, na minha própria pressa que me esqueço do papel que escolhi, e que é o mais importante e prioritário da minha vida: ser Mãe. E é triste. Triste ver os nossos próprios erros. Triste ver como as crianças sofrem por causa da vida "apressada" dos adultos. Triste ver que, por mais que nos esforcemos, eventualmente alguma outra "questão" vai afetar o relacionamento com os nossos filhos, que são (têm de ser!) a nossa prioridade!

Peço-te que me perdoes Mariana. E que me dês a oportunidade de caminhar ao teu lado, porque tens muito para me ensinar. Eu não sou uma mãe perfeita; sou uma mãe perfeitamente real, por isso desculpa filha, por todas as vezes em que falhei, e por todas as vezes em que irei falhar (sim, porque isso vai acontecer); por todas as alturas em que a pressa tomou conta de mim.
Prometo continuar a amar-te e a ser esta mãe (im)perfeita que te acompanha sempre. Prometo ser mais paciente e banir o "despacha-te" do meu vocabulário. 

Também vos acontece viverem cheios de pressa? Há alturas em que sentem que "andam a correr" de um lado para o outro e que acabam por "descarregar" nos pequenotes? Como lidam com a "pressa da vida"? Contem-me; "sou toda ouvidos" - e sem pressas.

Até ao próximo post!

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terça-feira, 10 de abril de 2018

"Adeus plástico. Olá pacotinhos mágicos!"

#@ Já sabem que não abdico de partilhar convosco tudo o que adoramos e usamos no nosso dia-a-dia (desculpem se estou a ser repetitiva, mas é verdade!); é através da partilha e troca de experiências que aprendemos e descobrimos coisas e pessoas que, por vezes, nem fazemos ideia que existem, e que nos são super utéis (ou a alguém que conhecemos).

A Mariana sempre foi um "pisco" para comer. Não posso dizer que seja "esquisita"; ela vai comendo de tudo, mas em pouquíssimas quantidades e a uma "velocidade de cruzeiro"... Uma das coisas que come "num piscar de olhos" é fruta, no entanto, para mandar para o lanche da escola, às vezes torna-se repetitivo. Ela gosta da fruta sem casca, por isso a alternativa passava sempre por banana ou clementina, por exemplo, e os tão famosos boiões de fruta, que não são nada baratos, nem primam por serem os melhores amigos do ambiente.

Numas das minhas "viagens pelo mundo cibernauta", descobri a Squeez e o seu "mundo mágico dos pacotinhos" e foi "amor à primeira vista": não hesitei - mandei logo vir os nossos (as imagens são assim a coisa mais fofa!) e foi um sucesso.
A Mariana adora pegar no pacotinho, tirar a tampa e beber os sumos, batidos ou purés de fruta que eu faço (portanto 100% saudáveis e caseiros), a qualquer altura e em qualquer lugar. É ideal para ir na lancheira da escola; em viagem; para a praia ou campo; lanche ou entre as refeições. E, reparem no pormenor: podemos identificar e datar 😊)!
Além disso, tanto eu, como o "senhor cá de casa", somos super fãs de sumos de fruta, portanto, confesso que os Squeez também fazem parte da rotina diária dos papás (sim, somos "pessoas da marmita" - i.e. levamos a comida para o trabalho nas nossas lancheiras 😉): a meio da manhã e ao lanche - prático, saudável e delicioso. Para "nós crescidos", as embalagens são maiores e com um design adaptado à nossa idade.
Uma das coisas que mais me agradam, além do fato de serem reutilizáveis e livres de químicos (e por isso estamos a ajudar a cuidar do nosso planeta) é a simplicidade com que os usamos e lavamos ("enche, come, lava e reutiliza" é o mote):
Nós optamos mais por sumos e purés de fruta, mas os pacotinhos também podem ser utilizados para iogurtes; sopas; e até para conservar leite materno. 
Podem visitar a loja online aqui - lá vão encontrar toda a informação sobre preços, tamanhos, imagens e possibilidades de packs, bem como sugestões de receitas e esclarecimentos adicionais. As entregas são simples e rápidas, e vos garanto que a poupança é enorme... Como não aderir à "moda Squeez"? Nós estamos fãs!
Por aí, já conheciam os "pacotinhos mágicos? Qual a vossa opinião? Têm receitas para partilhar? Alguém ficou tentado a experimentar? Contem-me tudo, sou "toda ouvidos", como sempre.

Temos encontro marcado no próximo post.

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domingo, 8 de abril de 2018

"Serei eu má mãe? Mas, afinal, o que é "ser boa mãe"?"

#@ Quantas vezes esta frase já não me passou pela mente? Acredito que, a dada altura, passe pela mente de todas as mães... Às vezes mais influenciado pelas "vozes que vêm de fora" do que propriamente pelo que sentimos "cá dentro"... Ser mãe é o melhor de nós, mas traz consigo muitas dúvidas, anseios e medo de errar - sem esquecer que ao nosso redor "moram certas pessoas" que nos desajudam...

É quase inevitável: trazemos ao mundo uma parte de nós e "morremos" de medo de cumprir mal a nossa "função". E, às vezes (muitas!), as opiniões sem serem pedidas; os juízos de valor; as constantes críticas e palpites, acabam por nos colocar ainda mais "minhocas" e receios na cabeça (e no coração)..

Dou-vos um exemplo: como sabem, partilhei convosco que a Mariana ficou uns dias com o pai e os avós em Viseu. Ora, dado que o maridão tinha mais tempo de férias do que eu, nada me pareceu mais natural do que eles ficarem por lá: a princesa aproveita para brincar, dormir, passear e matar saudades dos avós que passam a maior parte do ano longe, sem estarmos preocupados com "horários e rotinas"; e o "senhor que mora cá em casa" descansa e pode estar com os pais e sogros. 
Ora digam lá: o que está mal "aqui"? Nada, certo? Pois, mas na mente das outras pessoas está errado... Já ouvi alguns comentários do género: "não sei como consegues estar aqui sem eles"; "se fosse eu não era capaz de deixar a minha filha sozinha com o pai tantos dias"; "não me leves a mal, mas isso soa-me um pouco a desleixo da tua parte"...

Confesso que as saudades deles são mais que muitas, mas não me considero má mãe por "abdicar" da minha filha e a deixar com o pai e os avós. Será que estou errada? Todas estas "vozes críticas" me fazem pensar duas vezes, muito sinceramente 😣... A dúvida surgiu e "sussura-me ao ouvido": "serei eu boa mãe?"

Sei que ser mãe, também é isto: ter dúvidas sobre o que se faz, diz, opta, escolhe... Mas, sou o melhor que posso e que sinto. Sou tudo o que posso ser, e dou tudo o que posso dar! Por ela, para ela, e com ela…
Por isso, "minhas queridas amigas mães" tomem nota: Temos de acreditar em nós; "ouvir" a nossa essência; trabalhar o nosso interior. O resto é "barulho de fundo" e competição entre mães... Não há mães melhores ou piores; o que há é sim mães perfeitas para os seus filhos: cada uma de nós é e dá o seu melhor e o seu amor maior. E não é isso que conta, no final do dia?

Já vos aconteceu "fazerem-vos sentir" más mães, mesmo quando acreditam que não fizeram nada de errado? Como lidam com o "barulho de fundo" que nos persegue, mesmo sem o procurarmos? Têm dicas ou experiências para partilhar? Sintam-se à vontade; "sou toda ouvidos".

Há encontro marcado no próximo post 😁!

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quarta-feira, 4 de abril de 2018

"O nosso Top 10 da sessão de fotos de quatro anos da Mariana"

#@ Depois da nossa primeira sessão de fotos em família (podem rever aqui) com a Jeanne Look Fotografia, fiquei ainda mais "apaixonada" por guardar memórias em fotografias. Estes "pequenos pedaços de amor" resistem ao passar do tempo, e permitem-nos recordar os momentos e vivências que foram importantes para nós; que nos marcaram; que nos encheram de amor.

Por isso, quando quisemos registar o quarto aniversário da princesa em imagens, nem houve dúvidas: as "vozes cá de casa" disseram em uníssono: Jeanne. Eu explico-vos porquê: atenção e carinho que "apaixona" os nossos pequenotes (e os pais); paciência para as birras e "devaneios" dos nossos pequenos modelos; imaginação sem fim para criar cenários e poses encantados, que resultam em fotos maravilhosas; profissionalismo e dedicação que se traduzem numa entrega rápida e perfeita das fotos da sessaõ; e, acima de tudo, "ouve" a opinião do cliente (mesmo que seja uma pequenina de quatro anos 😉) e tenta converter em foto o que imaginamos. 
Deixo-vos o convite: visitem a página da Jeanne aqui e vejam por vocês 😁.

Foram várias as leitoras que pediram que mostrasse mais fotos desta sessão; pelo menos as favoritas. E eu... fiz-vos a vontade :)! Admito que não foi fácil escolher as preferidas porque estão todas lindas, mas a seleção destas dez resulta da decisão de nós três (sim, conseguimos chegar a um consenso 😊!):









Camisola by @Um,dois,três
Gostam? Qual a vossa preferida? Também costumam assinalar os aniversáros dos vossos pequenotes com sessões de fotos? Contem-me tudo; já sabem que "sou toda ouvidos".

Até ao próximo post!

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segunda-feira, 2 de abril de 2018

"Para nós Páscoa é sinónimo de regresso às raízes e de tradição"

#@ Quem acompanha o nosso dia-a-dia, sabe que não temos família perto (podem ler (ou reler) aqui), por isso há alturas e épocas festivas, em que não abdicamos de estar com os "nossos". Infelizmente, por motivo de trabalho do "senhor que mora cá em casa" (vejam aqui), não nos é possível fazê-lo tantas vezes quanto gostaríamos, mas vamos a Viseu sempre que podemos 💗. É tão bom voltar às origens e rever os que amamos; parece que "renascemos de novo". Também sentem o mesmo?

A Páscoa é uma "dessas alturas". Tentamos sempre organizar-nos de forma a conseguir ter alguns dias de férias e poder aproveitar em pleno esta altura, que para nós significa convívio; carinho; refeições; gargalhadas e muito amor em família. Na verdade, posso mesmo dizer que, só faz sentido festejá-la, se for em Viseu, nas aldeias que nos viram crescer, e com as pessoas que fazem parte da nossa vida. De outra maneira, não tem o mesmo "gosto e sentimento".

Em Santa Eulália e Carragoso, a Páscoa significa muita cor, alegria, partilha, solidariedade, conversas e sorrisos, tempo em família e amigos, recordações, comida e bebida 😊. No domingo e na segunda-feira, o padre da paróquia, acompanhado de dois (ou mais) "ajudantes", percorre todas as casas, levando Jesus numa cruz, para que todos possamos "beijar" - a chamada Visita Pascal. Alguém que esteja a ler e partilhe desta tradição na sua freguesia?

Mais do que o ato religioso em si, a verdadeira essência destes dois dias, são as idas, todos juntos, à casa dos nossos amigos e familiares, e o convívio e harmonia que vivemos. É muito recompensador sentir esta união e amizade e ver que a tradição "não morre". Queremos que a Mariana aproveite o máximo que puder estes momentos; são o melhor que levamos da vida. 

Deixo-vos o registo em fotos, de alguns "bocadinhos" destes dias mágicos; que tão bem nos fizeram ao coração:
O melhor de tudo é mesmo ver o sorriso e a autêntica felicidade espelhados no rosto da Mariana. Isso não tem preço 💖.
E vocês: como vivem a Páscoa? Alguma tradição que queiram compartilhar? Costumam passar em família? Não se acanhem; "sou toda ouvidos".

Até ao próximo post!

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"Sete anos do melhor de mim..."

#@ Sete anos; a minha princesa faz hoje sete anos 💖. Filha, apesar de hoje ser o dia do teu sétimo aniversário, já te amo há mais tempo que...