terça-feira, 30 de abril de 2019

"Porque temos de fingir que gostamos uns dos outros?"

#@ Vergonha. Pressão social. Medo do que as pessoas possam dizer. Receio de sermos julgados. Preocupação com que os outros irão pensar do nosso comportamento. Por vezes respeito. Outras vezes interesse. Outras tantas inveja. E ainda algumas maldade.

Não, não se sintam chocados. Acima estão apenas enumeradas algumas das razões porque a maioria de nós finge gostar de pessoas que, na realidade, não gosta; simpatiza; compreende; se identifica... Não vamos dizer se é certo ou errado - simplesmente é assim. Verdade?

E contra mim falo... Porque também finjo... Sobretudo por respeito e receio do que as pessoas vão dizer, para vos ser o mais sincera possível. Mas evito dizer mal pelas costas; criticar; julgar. Prefiro ter uma conversa com a pessoa (ou pessoas) e "pôr os pontos nos is". Concordam?

Às vezes, dou por mim a pensar em como gostaria de ser como algumas (minoria!) pessoas que conheço, que gostam de toda a gente; ou, então, não têm receio de mostrar que não gostam, pouco se importando com a "pressão social"; com o julgamento dos outros (mesmo quando estamos a falar de família!).

Por isso, o que mais me custa, são as pessoas que pensamos que gostam de nós; que acolhemos em nossa casa; na nossa vida; que tratamos como família; nos dedicamos; nos preocupamos; e depois descobrimos que era tudo a... fingir. E não são só os amigos e conhecidos. Muitas vezes são nossa família. Direta ou indireta. Mas família. Do mesmo sangue.
Confesso, que me magoam bastante estas situações. E não consigo ficar indiferente a elas; nem relativizar. E, já experienciei algumas, infelizmente...

Mas, conforme o tempo vai passando, e vamos "envelhecendo", acabamos também por "amadurecer" e, sinceramente, noto em mim uma capacidade maior de ignorar, desvalorizar e "apagar da memória e do coração" algumas atitudes "menos corretas", por assim dizer.
E, para vos ser honesta, estou a começar a ter vontade de deixar "de fingir" gostar de alguém quando não gosto, e começar a "marimbar-me" para a pressão social e o "politicamente correto", e manter na minha vida apenas quem (e o que) me faz bem 💖.

Também vos acontece sentirem-se obrigados a conviver com pessoas que não gostam (ou não simpatizam ou, até, não vos "fazem bem"), por uma questão de respeito ou educação? Como lidam com estas situações?
Contem-me tudo. "Sou toda ouvidos".

Temos encontro marcado no próximo post!

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@Mamã do @Bazar @#

domingo, 28 de abril de 2019

"A família voltou a estar completa"

#@ E depois de cinco dias em Viseu, o marido e a filhota já regressaram a casa, para minha alegria e conforto do meu coração, que já estava quase, quase do tamanho de uma migalha, de tanta saudade!

Não foram fáceis estes dias longe, especialmente para mim, mas faz bem; à Mariana e ao pai que passaram mais tempo juntos; à família de Viseu que pôde aproveitar para estar mais com ela; e surpreendentemente, a mim, que consegui "parar e respirar", acalmar e "ter direito" a um pausa. E, sem culpas ou arrependimentos, soube bem.

E a melhor forma de matar saudades, foi com um fim-de-semana a três, com direito a passeio; festa de aniversário de uma amiguinha; atividades em família; e muito mimo e gargalhadas.
Aqui ficam algumas fotos destes momentos 😊:
E agora sim, a família voltou a estar completa, e a casa voltou a ser um lar 💖.
A verdade é que por mais que adoremos estar com a nossa família; com os "nossos", não há nada com a nossa casa; o "nosso cantinho"; o nosso espaço... Concordam?

Como foi o vosso fim-de-semana? Saíram para aproveitar o bom tempo? Alguém quer partilhar fotos? 
Estejam à vontade, nós "somos todos ouvidos" (e olhos), como sempre.

Até ao próximo post!

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sexta-feira, 26 de abril de 2019

"A descoberta da mamã cá de casa!"

#@ Felizmente, temos assistido a uma preocupação cada vez mais crescente com o nosso planeta, e é verdadeiramente nos gestos mais pequenos que está a diferença, como é o caso da reciclagem, que todos podemos fazer nas nossas casas e que tem um impacto determinante e profundo na preservação e conservação do nosso mundo.

Sinais muito positivos que vemos, são também a enorme preocupação de muitas marcas por comercializar e incentivar o uso de produtos compostos quase unicamente por ingredientes naturais.
Cá por casa temos tentando mudar comportamentos e mentalidades (e influenciado famíla e amigos),e optado por um estilo de vida mais "amigo do ambiente" como é o caso das escovas de dente em bambu e palhinhas em bambu, da marca portuguesa Babu (quem tiver curiosidade saiba mais aqui); separação do lixo; e preferência por produtos naturais.

No seguimento desta linha de pensamento, e porque é urgente que todos façamos o mesmo, não podia deixar de partilhar convosco a mais recente descoberta da "mamã cá de casa", que além de respeitar o ambiente, deixou a minha "pele rendida" e o meu "nariz viciado", com a tão boa qualidade e aroma bom que têm. Até a Mariana pede para "cheirar" 😍.
São eles (confiram na imagem acima):

1 - Sabonete Natural de Cacau e Menta
Este sabonete é produzido com óleos vegetais de oliva, coco, manteiga de cacau e rícino, cacau biológico em pó e óleo essencial de hortelã-pimenta (que tem um efeito refrescante).

2 - Sabonete Esfoliante
Sabonete natural produzido com óleos vegetais de oliva, coco, manteiga de cacau e rícino. Com
sementes de papoila para uma esfoliação suave e óleo essencial de alecrim. O óleo essencial de alecrim é ótimo na pele oleosa e alivio de eczemas.

3 - Bálsamo Labial Alfazema
Bálsamo labial com óleos vegetais naturais e aromatizados com óleo essencial de alfazema. Proporciona uma suave hidratação aos lábios.

4 - Bálsamo Peitoral
Bálsamo peitoral para alivio do desconforto da tosse. Com óleo essencial de eucalipto e óleo essencial de tea tree.

Ficaram curiosos, não foi?
Agora adicionem o fato de serem da autoria de BioVó, uma marca 100% portuguesa, cuja mente empreendedora, é uma mãe, como nós, que pretende sensibilizar, mudar mentalidades e criar um mundo melhor para o seu (e os nossos!) filho(s). 
É uma marca registada que produz cosméticos naturais e saboaria. Todos os produtos são produzidos de forma artesanal, apenas com ingredientes de origem natural e vegetal, sem recurso a ingredientes de origem animal. Todos os produtos são cruelty free.
Grande parte dos ingredientes utilizados são de origem biológica e a base da maioria dos cosméticos
naturais é o Azeite Virgem Extra proveniente das oliveiras das Serras de Aire e Candeeiros.
Conheçam a BioVó em pormenor aqui.

Aproveito ainda para vos deixar as datas, temas e locais dos próximos workshops da marca:

Abril (2019)

27 - Introdução à Saboaria em Coimbra das 10h às 13h
27 - Produtos de Limpeza Ecológicos em Fátima das 16h às 19h

Maio (2019)

1 - Recebe o teu bebé tranquilamente em Torres Novas das 10h às 13h
4 - Introdução à Saboaria em Alcanena das 10h às 13h
7 - Cosmética Natural (grávidas, bebés e crianças) em Fátima das 10h às 13h
11 - Cosmética Natural (cremes) em Torres Vedras das 10h às 13h
11 - Workshop de Introdução à Saboaria em Odivelas das 15h30 às 18h30
25 - Workshop de Introdução à Saboaria em Tomar das 10h às 13h.

Quem mais tem tentado optar por um estilo de vida "amigo do ambiente"? Como a diferença está nos pequenos gestos, querem partilhar alguns dos vossos aí em casa?
Somos "todos ouvidos.

Espero-vos no próximo post!

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quarta-feira, 24 de abril de 2019

"Não te sentes uma mãe desnaturada por deixares a tua filha com o pai uma semana?!?"

#@ Quem me acompanha, sabe que os meus textos costumam ser calmos e "politicamente corretos", mas, desta vez, não dá.  Esta é uma daquelas perguntas que não sei bem se deva rir, chorar, ou mandar a pessoa à *****a...

Como sabem, e tenho partilhado convosco, a Mariana ficou com o pai mais uns dias em Viseu (em casa dos avós) e eu regressei a Lisboa, para trabalhar, uma vez que não consegui férias. Até aqui tudo normal, penso eu... 
Se gosto de estar longe deles? Não. Se preferia tê-los comigo? Claro, mas, dada a situação, não vejo mal nenhum em ficarem lá e eu cá. O Flávio é mais do que capaz de cuidar da filha, é extremamente cuidadoso e carinhoso com ela, é um super pai, por isso estou mais do que tranquila; o que custa mesmo são as saudades; a falta da sua presença; e, sobretudo, os beijinhos e colo da Mariana.

Portanto, é com espanto, que recebo alguns comentários e opiniões, não pedidos, claro, a "apontar o dedo" ao fato de ter deixado a minha filha com o pai e estar uma semana longe dela, chegando ao ponto de me perguntarem senão me sinto uma mãe desnaturada por ter "permitido algo assim"?
Sim, eu sei que por ter um blogue acabo por estar "mais exposta", digamos assim, e sujeita a críticas e mesmo bullying online (como já aconteceu e vos contei), mas desta vez o palpite veio de alguém que conheço...

Sinceramente, não sou nem me considero uma mãe desnaturada por ter a Mariana longe de mim uma semana, com o pai, nem por nada. Sou a melhor mãe que sei e posso ser, todos os dias. No dia em que ela nasceu fiz uma promessa a mim mesma de que iria sempre tentar dar-lhe o melhor, o meu melhor  e colocá-la em primeiro; seria ela sempre a prioridade. E, até à data, assim tem sido. E não tenciono quebrar esta promessa. 

Atenção! Não julgo quem não consegue, ou não quer, ou não pode, estar longe dos filhos - essa é uma decisão que caberá a cada um de nós tomar. Decidir de uma forma ou de outra não nos torna nem melhores, nem piores - somos diferentes. E ainda bem que assim é...

Em suma, não, não me sinto uma mãe desnaturada. Sou uma mãe que ama. Incondicionalmente. E se dá. Incondicionalmente. Uma mãe que põe a filha em primeiro. E não é por estar longe dela uma semana que isso muda 💜.

E a vossa opinião, qual é: as mães são desnaturadas por deixarem os filhos ir de férias com pais, avós, tios, primos, amigos? Seremos menos mães por isso? Contem-me tudo: "sou toda ouvidos".

Até ao próximo post.

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segunda-feira, 22 de abril de 2019

"Mamã, eu sou a única menina a fazer Karaté..."

#@... E não me importo. Sabes, só há meninos e eu e o professor, mas eu gosto tanto e é tão divertido que não faz mal. As meninas também sabem fazer karaté", disse a Mariana num destes dias.

Fiquei verdadeiramente orgulhosa. Feliz.
Numas coisas ainda é tão "infantil", digamos assim, e noutras mostra ser mais sábia e prática do que eu, que às vezes ligo o "complicómetro"...

No colégio onde ela anda, há várias opções de atividades extra curriculares, o que facilita bastante os pais com horários mais "complicados", digamos assim, e que trabalham longe da escola, como é o nosso caso.
Desde há cerca de dois anos e meio que pediu para fazer Karaté (confesso que pensei que fosse a excitação inicial, mas não 😊!) e nunca mais quis largar. Adora as quintas-feiras (dia em que faz aula) e chega a casa sempre entusiasmada, a contar o que se passou na aula e a querer ensinar o pai e a mãe 🙈.

No início deste ano letivo, pediu para fazer Capoeira, e gosta imenso também, mas o predileto é, sem dúvida, o Karaté 😊!

E ainda bem que é assim. Além do desporto fazer bem quer a nível físico quer emocional, fico feliz que ela siga o que gosta e acredita, sem se importar se "há mais meninas ou não"; sem ligar aos comentários de quem diz "que Karaté é para meninos" - tão antiquado e sem lógica...

Vejam só a minha Karateka 😍:
Por aí, quais os desportos que os baixinhos e baixinhas preferem? Karaté é um dos prediletos?
Contem-me tudo; "sou toda ouvidos", como sempre.

Espero-vos no próximo post!

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quinta-feira, 18 de abril de 2019

"Tampas à prova de crianças ou à prova de pais?!?"

#@ Epá, há coisas que me tiram realmente do sério... Uma delas é abrir as tampas de frascos à prova de criança, como é o caso do Iburon ou do Zyrtec, por exemplo. Não sei se acontece a mais pais e mães, ou se é só comigo, mas dado que tenho amigas que se queixam do mesmo (e até a minha mãe quando "lhe calha" a ela!), suponho que eu não seja caso único. 
Não sei explicar bem porquê, mas há dias que abro as tampas à primeira, sem qualquer dificuldade ou constragimento. Depois há outros, que não as consigo abrir de forma nenhuma. Eu bem viro o frasco; abano a tampa; tento desenroscar com a faca ou o pano a ajudar; faço força e não faço; aperto e desaperto; até quase faço o pino, e nada da tampa ceder...
Confesso que houve uma uma vez tive de esperar que o marido chegasse a casa para conseguir dar o zyrtec à Mariana, e outra vez que tive mesmo de lhe colocar um supositório, porque não consegui abrir o iburon... 
Às vezes dou por mim a pensar seriamente as tampas são à prova de crianças e dos respetivos pais 🤪...
Também vos acontece ou é só mesmo comigo que as tampas teimam em não "facilitar" :P?
Algum truque ou dica que tenham para "as vencer"? Sintam-se à vontade; "sou toda ouvidos".

"Vejo-vos" no próximo post.

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segunda-feira, 15 de abril de 2019

"Não, não tinha mesmo nenhumas saudades..."

#@... Do pólen. Pelo ar. Por todo o lado. A todo o instante. De manhã à noite. A caminho do trabalho ou de casa. Na rua ou na varanda... A agarra-se à roupa e aos cabelos... Aos sapatos e até a entrar na minha mala...

Não, não tinha saudades nenhumas dos espirros, da comichão nos olhos e nariz, da sensação de irritação na garganta, do nariz sempre a pingar, das dezenas de lenços de papel gastos por dia, dos anti histamínicos que me deixam cheia de apetite e sono, dos olhos inchados e do nariz sempre vermelho, das dores de cabeça chatas, das borbulhas,...

Sim, a sinusite e a renite são tramadas, e assim que a Primavera dá "ares de sua graça", sofro imenso. Confesso que melhorou bastante com a operação que fiz ao septo nasal e às amígdalas, mas não deixo de "sofrer" a minha parte nesta altura do ano. E o "senhor cá de casa" também não.

Felizmente, em Janeiro, a Mariana fez os testes às alergias, e os resultados foram negativos, e espero que assim se mantenha. Apesar disso, nesta altura também costuma ter alguma tosse e nariz mais a pingar.
Não, não é que não goste do calor e do tempo quente, mas dispensava totalmente o pólen... E os efeitos secundários que traz a todos cá em casa 😥...

Mais alguém passa o mesmo e "sofre" com a chegada da Primavera? Alguma dica ou sugestão para aliviar estes sintomas? Os vossos conselhos são bem vindos. E eu "sou toda ouvidos", como de costume. 

Até ao próximo post!

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quarta-feira, 10 de abril de 2019

"Como consegues ser mãe e esposa, se tu e o teu marido andam sempre trocados?!?"

#@ Sim, é verdade; esta é uma das perguntas que mais me fazem, desde que tenho o blogue. Se antes já faziam (alguns amigos e conhecidos), com a "exposição" que as redes sociais trazem, ainda me perguntam mais (e, algumas vezes, de uma forma muito pouco amigável...).

Começo por dizer, desde já, que sim, que é possível sermos felizes vivendo em horários trocados aos do nosso marido, namorado, parceiro, companheiro de vida. Se é fácil? Não, não é. Perfeito? Nem por isso. Ideal? Nop. Cor-de rosa?  Longe disso... Mas, é possível. Com respeito, amor, compreensão e muito companheirismo e cumplicidade, tudo se consegue.

Claro que, não é fácil... Há altos e baixos; dias em que apetece desistir; noites em que as lágrimas caem; alturas de cansaço extremo e exaustão ao limite;  momentos em que duvidamos e nos perguntamos "mas aonde é que eu me vim meter?!?". 
Sim, porque no dia-a-dia, são muitas as situações em que acabo por ser mãe e pai; em que tenho de ter a paciência máxima; o sorriso mais brilhante; e em que não me poso permitir ter uma pausa; pelo menos até a Mariana ir dormir. Ela sempre em primeiro. Isso não é uma opção.
Uma vida em família com horários trocados e sem família perto não é pêra doce; nem cheia de arco-irís cor-de-rosa ou cenários perfeitos. É como é: difícil, desafiante, cansativa, sem dois dias iguais. Esta é a mais pura das verdades; não vou mentir. 
Portanto, é óbvio, que a maior parte do tempo acabo por ser mais mãe do que esposa; mais trabalhadora fora e dentro de casa do que mulher; dar mais de mim do que recebo.

Mas sabem que mais? Não faz mal. Porque no meio de todo este turbilhão de emoções; corridas para chegar a horas; compromissos e horários a cumprir; uma filha e um lar para cuidar, há ingredientes que nunca faltam cá em casa: amor, uma pitada de humor e toneladas de paciência e boa disposição. 
E, desta forma, as "coisas funcionam". De uma maneira estranha, invulgar, e talvez até peculiar . Mas funcionam. E não me consigo imaginar ao lado demais ninguém; nem a ter outra família.
Assim respondo a quem tem tantas dúvidas; questões; e preocupações em relação ao meu casamento:  yep, sou mãe, mulher e esposa. Sim é possível. Não, não é fácil. E muito menos perfeito. 
Mas, raios, não queria que fosse de outra forma! E não duvidem: sou muito feliz! 
"As simple as this".

"Chamo à receção" todas as mulheres e homens; mães e pais; que vivem em horários trocados. "Convido-vos" a falar da vossa experiência e a "provar" a tantas más línguas que sim, é possível, e que sim, somos muito felizes 💖.
Quem começa? "Sou toda ouvidos!"

Até ao próximo post!

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segunda-feira, 8 de abril de 2019

"O livro que toda a mãe deve ler"

#@ O conhecimento é importante. E a viagem pela maternidade é, por vezes, assustadora e cheia de dúvidas... E, quando somos mães de primeira viagem, ainda se torna mais assustador e, solitário...
Quando "dei de caras" com este livro, aconselhado por uma amiga recém mamã, pensei para comigo: "Teria sido uma grande ajuda quando estive grávida da Mariana há quase cinco anos atrás".
Por isso, não podia deixar de o partilhar convosco.

De que livro estou a falar? "Bebé Zen". Até o título é "simpático" e desperta a nossa curiosidade, não é? E o melhor, é que aborda tudo o que é importante para nós mães, de uma forma descomplicada, sincera e até com algum humor (que é tão preciso nos primeiros meses do bebé).
Resumidamente, a forma leve e descontraída da autora (também ela mãe) aborda os temas do dia a dia, entre os quais o choro; como confiar no bebé, e o que isso significa; o que é necessário ter a mão quando se tem um bebé em casa ( estojo de primeiros socorros, a bola de pilates, etc...); a hora do banho; a importância da respiração; dicas de como fazer ioga com o bebé em casa; meditação;  acabam por ser uma mais valia, pois ao mesmo tempo que nos ensina, tranquiliza.
Em suma, é um livro tão abrangente e completo; fácil de ler e consultar; e com um bom humor tão contagiante, que se torna irresístivel e obrigatório a todas as pré-mamãs, recém mamãs ou mamãs em planeamento (isto é, que planeiam uma primeira, segunda, terceira, quarta, quinta, ... (e por aí adiante 😊!) gravidez) terem-nos em casa.
Fica a dica 😉!
Deixo-vos o link da editora online, onde podem adquirir o livro diretamente aqui.
Caso prefiram também está à venda na Fnac, Worten e Bertrand, por exemplo.

Mais alguém tem sugestões de algum livro/livros que queira deixar? Algum em específico que vos tenha acompanhado ao longo da gravidez e/ou ao longo do "caminho da maternidade" e que queiram recomendar? Sintam-se à vontade para partilhar. Como de costume, "sou toda ouvidos" 😀!

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sábado, 6 de abril de 2019

"Ai se fosse meu filho!"

#@ Tenho quase a certeza que, antes de sermos mães ou pais, a dada altura, já todos dissemos/pensamos algo assim, enquanto assistíamos à birra de alguma criança na rua. Confirmam? Aliás, a maioria de nós até terá ido mais longe, e convenceu-se que quando fosse pai/mãe, isso não iria acontecer, ou iria ser completamente diferente...

Pois, até que fomos mães e pais e percebemos que não é bem assim... Confere?
Julgamos os outros pais, acreditando que connosco será tudo diferente. Crendo que faremos melhor, e que os outros pais estão a errar, em alguma coisa. Isto porque até ser connosco, não conseguimos perceber as dificuldades, provações e desafios que a maternidade traz consigo. 
Mal sabíamos nós que quem estava errado erámos nós mesmos....
Pensamos, muitas vezes, que cuidar de um recém nascido é difícil, desafiante, que testa os nossos limites, mas à medida que os filhos crescem, rapidamente percebemos que muito mais difícil do que cuidar, é educar. E não pelo fato de "dar muito trabalho", digamos assim, mas sim porque há alturas em que ficamos desesperados; assustados; um pouco "perdidos"; sem paciência; e até mesmo sem saber como reagir/lidar com determinada situação.

Eu confesso que há momentos em que me sinto esgotada e desanimada, porque já não sei como reagir/lidar com alguma teimosia; "audição seletiva" (tem fases em que só ouve o que quer, quando quer); birras q.b. e autonomia precoce, digamos assim. 
Até porque se "caímos no erro" de desabafar, há sempre alguém que nos responde com desdém: "más noites?!?"; "teimosia?!?"; "não querer fazer à primeira?!?" "Não sei do que estás a falar. Não sei o que é isso. O meu (a minha) filho/a sempre dormiu noites inteiras; nunca fez birras; faz tudo o que lhe digo à primeira, e nunca reage mal quando é contrariado".
Pois, obrigada pela informação e pelo apoio... É por isso que cada vez oiço menos as opiniões alheias e os palpites oferecidos...
Portanto, da próxima vez que virem uma criança a fazer birra; uma mãe desesperada; um pai corado "até à ponta dos cabelos"; uma mãe com olheiras "até aos pés"; e com ar "alucinado", lembremo-nos de sorrir e não julgar, porque na maioria dos casos, os pais estão exaustos, a tentarem fazer o melhor que sabem, e a precisar de dormir semanas :). Além do mais "aqueles pais" e "aquela criança" já fomos nós; já foi (é) a nossa...

"Ai se fosse meu filho!", pensava eu... E agora é mesmo. E eu, mordi a língua. E, como todos nós, eu e o "senhor cá de casa" fazemos o nosso melhor, todos os dias, com quilos de paciência, toneladas de boa disposição e sempre todo o amor do mundo 💖.

Também vos aconteceu dizerem "ai se fosse meu filho!" antes de serem pais? Como lidam com os palpites e "olhares de reprovação" quando os vossos filhos fazem birra em público? Alguém tem alguma experiência que queira partilhar? "Sou toda ouvidos", como de costume.

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quarta-feira, 3 de abril de 2019

"Mamã, porque é que os papás não ficam em casa com os filhinhos?"

#@ Foi esta a pergunta que a Mariana me fez um dia destes. E como não respondi de imediato, dado a minha surpresa com esta "questão", não perdeu tempo e reformulou: "os pais não podem ficar em casa com os filhos mamã? Só as mães é que podem porque os pais têm de ir trabalhar para o trabalho deles porque são homens?"
Fiquei de boca aberta. 

"Porque é que perguntas isso filha?"
"Porque vejo sempre as mães com os filhos e os pais não vejo tantas vezes, então perguntei a uma amiga, que me disse que era por serem homens. É verdade mamã?"

Expliquei o melhor que pude que não tinha nada a ver com isso; que quer os pais quer as mães podem ficar em casa com os filhos, até quando os filhos são pequeninos, e depois quando crescem também. É uma questão de cada família decidir e escolher o que é melhor para si.

Mas, esta pergunta da Mariana deu-me que pensar... Que imagem estaremos a passar aos nossos filhos, que os leva a concluir algo assim? 
A verdade é que, recentemente, temos assistido a várias mudanças na relação dos pais na educação dos filhos. Muito porque a mentalidade mudou, mas também um conjunto de direitos que conferem aos homens a possibilidade de estarem mais presentes no dia a dia dos filhos.

Cá em casa funcionamos como equipa. O pai não ajuda a mãe por obrigação, mas sim porque é assim que tem de ser: ajudarmo-nos um ao outro; umas vezes eu ajudo mais, outras ele. Depende dos nossos horários. E a Mariana sempre em primeiro lugar, claro.

No entanto, os homens também podem optar por ficar em casa a cuidar dos filhos. Deixar o seu trabalho e dedicar-se aos filhos e ao lar. E, felizmente, já vemos isso acontecer; cada família saberá o que é melhor para si. 
O que a sociedade ainda nos incute é que o "normal" é ser a mãe “sacrificar” a sua carreira profissional em benefício da família. E porque não o pai? Porque não pode ser o pai a ficar em casa e cuidar dos filhos?
É uma decisão tão válida, capaz e normal como se for a mãe a ficar. Eu pelo menos acredito nisso. E espero que a sociedade em que a minha filha está a crescer também acredite e respeite isso 💜.

Concordam comigo? Qual a vossa opinião: os pais podem ou não ficar com os filhos?
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Vemo-nos no próximo post!

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segunda-feira, 1 de abril de 2019

"Vocês perguntam e a Mamã responde..."

#@ Confessem lá: o título deixou-vos curiosos, não foi 😁?
A ideia é mesmo essa: deixar-vos curiosos e incentivar-vos a participar nesta espécie de "Questionário à Mamã do Bazar". Hmmm, confusos? Calma, já explico tudo 😀!

Semanalmente, recebo dezenas de mensagens privadas através da página de facebook do blogue, bem como alguns e-mails, com questões e dúvidas, umas vezes relativas a situações ou informações que partilho e divulgo, outras para saberem mais sobre mim ou sobre nós, enquanto família.
Recebo igualmente várias dicas e sugestões de temas a abordar, bem como exemplos de vida. 
E só vos tenho a agradecer por isso. De coração. 💖
Ora, e como dão tanto de vocês a nós; tiram tempo do vosso dia, família, afazeres, tarefas diárias para estarem connosco; riem e choram connosco; sofrem e alegram-se com as nossas derrotas e conquistas; dão-nos força e palavras de encorajamento nos dias menos bons; e festejam as vitórias; desta vez quisemos ser nós a "dar-vos algo" :).

Hoje, peço-vos que deixam nos comentários deste texto, perguntas ou curiosidades que queiram saber sobre mim - seja sobre eu e a Mariana; ou sobre os meus gostos e preferências, ou defeitos e qualidades, por exemplo, e terei muito gosto em vos responder 😀!
Prometo dar resposta a todos, com a brevidade que me seja possível.

Podem ainda deixar dicas ou sugestões que tenham; serão bem vindas 🙂.
Os mais tímidos, podem contatar-me por e-mail para: bloguedamamadobazar@gmail.com , caso assim o prefiram.

Fico há espera das vossas perguntas, dicas e sugestões 🤗.
E, mais uma vez, bem haja por estarem "aqui", por nos acompanharem, e por acreditarem no blogue até quando eu mesma duvido 😍.

Até às minhas respostas 😄!

Nota: o Facebook mudou o algoritmo; vão ver mais posts dos vossos amigos e menos de páginas onde deixaram o vosso like. Querem saber quando há publicações nossas e estar sempre a par das novidades? Então na página de facebook do blogue, clicam onde diz “A Seguir” e selecionam "Ver Primeiro".
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@Mamã do @Bazar @#

"Sete anos do melhor de mim..."

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