quarta-feira, 22 de novembro de 2017

"Carta para o papá"

04-09-2010, Nosso Dia, in Quinta do Soito;
Foto by José Raposo Fotografia
#@ Hoje escrevo para o maridão, ou papá, como a Mariana o chama. Já lá vão catorze anos que nos conhecemos em terras de Viriato "ainda era eu uma criança" (como diz a música...) com 18 anos... Não, não foi "amor à primeira vista"; foi um amor que cresceu (sem eu estar à espera!) à medida que a nossa amizade se intensificava.

Embarcamos juntos na aventura de um namoro, sabendo que teríamos pela frente pelo menos quatro anos juntos (tempo de duração do meu curso no Instituto Politécnico de Viseu), e sem nunca tirar da ideia (embora não o dissessemos em voz alta) que depois teria de regressar à minha cidade natal: Lisboa.

Trocamos juras e promessas de amor; fizemos planos; crescemos juntos. Não foi fácil nem perfeito, sobretudo passar três anos à distância, mas foi (e é) verdadeiro e autêntico. E juntos fomos superando as dificuldades e desafios que iam (e vão) aparecendo, acreditando que seria (e será) para sempre.
Agosto de 2009, Portimão, Algarve
A aventura oficial (aka casamento) teve início a 04-09-2010. Mudaste a tua vida toda por mim; por nós; e a capital do país passou a ser a tua; a nossa; nova morada. Os meus amigos receberam-te de braços abertos e as verdadeiras amizades foram-se mantendo, e novas foram chegando. 

Depois desta data, mais anos foram passando, e, claro, algumas zangas também (porque o nosso casamento não é um sonho; mas amor e cumplicidade não nos faltam), e ao longo desta quase década e meia, temos sabido manter a chama acesa. A verdade é que o mais importante "está cá".  

O jovem que conheci outrora passou a homem; de homem transformou-se em pai; e foi nesta altura que realmente percebi o quanto ele completa o que falta em mim. Foi com ele que gerei a maior riqueza da vida: a nossa filha - que nos enche os dias de alegria; preenche os momentos menos bons com gargalhas contagiantes e nos relembra diariamente como é único e valioso o que construímos. 

Correndo o risco de ser lamechas, acredito que é amor Para a vida toda, como diz a música de Carolina Deslandes, que te dedico do fundo do coração.

Esta é a minha homenagem a ti; a nós. Aqui fica o registo eterno, para relembrarmos quando formos muito velhinhos. O resto da história vamos continuar e escrevê-la juntos, caminhando lado a lado, com esta carinha laroca a acompanhar-nos a cada instante:
Golinha by Amore e Fio by Principessa - made with love
Hoje, para variar, não vos digo que "sou toda ouvidos"; digo sim "obrigada por me ouvirem e acompanharem" seja aqui, seja na página de facebook do blogue. E não consigo dizer mais nada; estou de coração cheio ❤.

Temos "encontro marcado" no próximo post; não se esqueçam.

@Mamã do @Bazar @#

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