sexta-feira, 23 de novembro de 2018

"Ser mãe ensinou-me a olhar para as mães de outra maneira..."

#@ Sim é verdade; antes de ser mãe era muito rápida a julgar os outros pais e mães; as outras crianças; os comportamentos e birras; as decisões e prioridades. aliás, era "uma daquelas" que achava que as birras em público e os comportamentos "menos bonitos", digamos assim, eram culpa dos pais, que não estavam 

Ai, como não podia estar mais enganada... Hoje em dia tenho "uma Mariana" cá em casa, que me coloca a mim no centro das atenções, como que a dizer-me: "toma lá para aprenderes". O Karma é mesmo tramado 😋... 

A realidade é que, depois de ser mãe, muito mudou... O "radar de mãe", digamos assim, uma vez ligado, mostra coisas antes de termos filhos não conseguíamos (ou queríamos) ver...
Além de já ter mordido a língua um milhão de vezes (e acredito que ainda hei-de morder muito mais!), aprendi, sem dúvida, a ser mais compreensiva, tolerante, a julgar menos e entender mais, tornei-me muito mais amiga do "próximo", mais solidária, o meu coração ficou "melhor", maior, mais sorridente. Há quem lhe chame "coração mole", eu prefiro coração arco íris, sempre cheio de cores, mesmo quando o cinzento e a chuva "vêm" tapar o sol 😊...

Passei a dar mais valor aos detalhes: um sorriso da Mariana, uma conquista (como andar, falar, comer sozinha, um abraço forte); a poucas (mas boas!) horas de sono (já que dormir não é tão fácil assim :P!); e à importância da "vivacidade" da minha filha (significa que está bem, saudável e cheia de saúde, pois, quando "pára", normalmente é porque está doente ou a "chocar alguma").

Percebi que nunca mais terei uma noite de sono tranquila, e não só quando a Mariana era recém nascida, mas para todo o sempre: ver se está tapada; se tirou as meias; porque tossiu; porque chamou; porque teve um sonho mau; ou só para ver se está bem simplesmente (e contemplar a "minha cria" enquanto dorme). 

Tornou-se também impossível não "me derreter" sempre que vejo uma criança... Estão a ver "aquelas pessoas" que se "babam" a olhar para bebés? Sim, eu sou uma delas. Não resisto. Os pais que me desculpem. Não, não toco nem "meto conversa" porque sei que há pais que não gostam, mas olhar e sorrir, desculpem, não consigo evitar 😋!

Mas, acima de tudo, aprendi a olhar as mães de outra maneira. Aprendi a "ler nas entrelinhas", e a respeitar a capacidade de resistência, superação, dedicação e entrega de cada mãe. Da sua maneira. Ao seu ritmo. Ao longo do seu caminho. Que ninguém deve julgar.
Porque ser mãe é sabermo-nos doar. Todos os dias. Para o resto da nossa vida. E doarmo-nos não é tarefa fácil... Pode ser muito exaustivo e cansativo, às vezes solitário e assustador... Mas não há nada como ter o privilégio de dar vida, ver "essa vida" crescer e acompanhar "essa vida" pela vida fora. São os nossos filhos quem nos dá força para nos tornarmos pessoas melhores.

Mais alguém mudou a sua forma de ver a vida (e as mães e os pais) depois da maternidade? Quais as coisas que diziam que jamais iriam acontecer e que depois, "pumba", aconteceram?

Temos encontro marcado no próximo post ☺!

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@Mamã do @Bazar @#

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